O Presidente russo, Vladimir Putin, foi convidado pela Indonésia a estar presente na cimeira, assim como Volodymyr Zelensky, líder ucraniao.
A visita de Roberta Metsola “está a ser preparada com um programa ambicioso, com encontros com diversos órgãos de soberania, com ações fora da caixa”.
Chefe de estado ucraniano afastou ainda outros quatro embaixadores. The Kyiv Independent fala em “ações ineficazes” dos diplomatas.
Encontram-se na embaixada apenas alguns elementos de segurança, para garantir a proteção do edifício.
Moscovo apoia a “normalização das relações entre Washington e Caracas numa base de igualdade de direitos”, disse o diretor do Departamento América Latina do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo.
“No início de julho, estarei a Ancara para uma reunião bilateral, a primeira do género em dez anos”, disse Mario Draghi, num discurso no Senado.
Políticos têm duas semanas para abandonar o território russo.
“Raramente testemunhamos tanto descaso pela ONU e seu secretário-geral, tanto desprezo pela Organização e todo o pessoal da ONU. Não sei como os russos explicam isso”, disse Ferit Hoxha, embaixador da Albânia junto das Nações Unidas.
Primeiro-ministro chinês salientou que “como parceiros de confiança e membros responsáveis” da comunidade internacional, ambos os países devem solidificar ainda mais a confiança entre si.
“Todas as expulsões infundadas de diplomatas russos vão ser objeto de uma resposta correspondente”, disse Maria Zakharova porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo.
Embaixada de Portugal na Ucrânia apelou este domingo a todos os cidadãos portugueses que se encontrem naquele país para entrarem em contacto urgente.
“Temos o mesmo ponto de vista: a solução é, tem de ser, deve ser diplomática. Tem de se dar espaço à diplomacia”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa, em declarações aos jornalistas.
A Casa Branca não vai enviar um representante diplomático e a China ameaçou que os EUA “pagarão o preço”
Não há grande esperança nestas negociações, com os EUA a ameaçar sair de vez, o Irão a querer cada vez mais e Israel a ameaçar bombardear.
Face aos receios de uma nova Guerra Fria, Joe Biden e Xi Jinping sentaram-se a conversar. Como sempre, Taiwan foi uma questão espinhosa, o gatilho mais óbvio para desencadear uma guerra quente.
O encontro das economias mais ricas do mundo, em Roma, terminou com muita conversa sobre o clima, mas com poucos compromissos concretos.
O Presidente americano quer uma “aliança de democracias” para isolar Pequim, mas Berlim e Paris recusam entrar em modo Guerra Fria.
As democracias mais ricas prometem uma alternativa à Nova Rota da Seda. Mas os detalhes são vagos e há dúvidas que o dinheiro apareça.