O IGCP já tem preparada uma emissão sindicada de dívida a sete anos.
Economistas traçam quadro pessimista para a crise económica resultante da pandemia covid-19. E será pior para os países periféricos, como Itália e Portugal.
Banco de Portugal informou ainda que a dívida pública recuou e situou-se em 251,1 mil milhões de euros.
Governo estima que 2019 feche com dívida pública em 118,9% do PIB.
Pagamento de dois mil milhões de euros a credores europeus contribuiu para a queda.
O peso da dívida pública no PIB desceu no segundo trimeste, mas economista contactado pelo SOL diz que meta do Governo é ambiciosa.
Ainda na mesma nota, a agência assume esperar que “o rácio da dívida pública face ao PIB desça abaixo de 110% em 2022”,
Dados do Relatório de Implementação de Política Monetária de 2018
Para o ministro das Finanças, Portugal não tem futuro se a dívida não baixar. A estimativa é que desça de 118,6% este ano para 99,6% em 2023.
Segundo dados do Banco de Portugal, a dívida aumento 400 milhões de euros face ao registado no mês de outubro
A dívida pública portuguesa aumentou 300 milhões de euros em maio, atingindo os 250,3 mil milhões de euros, um novo máximo histórico.
Portugal leiloou 1250 milhões de euros em Bilhetes do Tesouro (BT) de curto prazo. As taxas de juro médias foram negativas, mas mais altas que em anteriores leilões comparáveis.
Portugal colocou mil milhões de euros num duplo leilão de dívida de longo prazo – a cinco e dez anos – mas pagou juros mais altos que em leilões anteriores.
Dívida pública aumentou em abril mas regras europeias vão ser cumpridas. Instituições internacionais pedem ajustamento das contas públicas e alertam para a baixa produtividade.
A dívida pública ultrapassou os 250 mil milhões de euros depois de aumentar 4,2 mil milhões de euros em abril.
Portugal financiou-se em 1207 milhões de euros com os juros mais baixos de sempre. No prazo a dez foram 483 milhões de euros com uma taxa 1,670% e a cinco anos 724 milhões de euros com um juro de 0,529%.