O Fundo Monetário Internacional (FMI) considera que o plano de Moçambique para reduzir a dívida pública para níveis sustentáveis é insuficiente e são precisas mais medidas. A primeira é o reforço do departamento de controlo da dívida pública.
Segundo o Banco de Portugal, o valor da dívida pública no ano passado era mais 1,6 mil milhões do que em 2016
O Conselho das Finanças Públicas (CFP) antecipa que o défice orçamental de 2017 deverá mesmo ficar abaixo da meta mais recente que tinha sido definida pelo Governo, de 1,4% do Produto Interno Bruto (PIB).
Portugal vai ao mercado da dívida pública na próxima semana para emitir até 1750 milhões de euros a curto prazo. Na primeira emissão do ano de longo prazo do ano a procura foi 4 vezes superior à oferta.
Portugal vai avançar para uma emissão sindicada de Obrigações do Tesouro (OT) a dez anos. A operação será lançada em breve, sujeita às condições do mercado e tem como objetivo captar três mil milhões de euros.
A dívida pública baixou 2,5 mil milhões de euros em novembro do ano passado, por comparação com outubro, para o valor mais baixo desde janeiro de 2016. Ainda assim, e face a novembro de 2016, subiu 975 milhões de euros.
Portugal poderá reembolsar mais 1000 milhões de euros ao Fundo Monetário Internacional até final do ano. A apresentação a investidores internacionais divulgada pelo IGCP duplica o valor de reembolso divulgado pelo secretário de Estado das Finanças.
Os juros a pagar por Portugal na emissão de dívida de curto prazo voltaram a bater recordes negativos. A Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) realizou um duplo leilão de Bilhetes do Tesouro a três e 11 meses no valor de 1250 milhões de euros.
O enquadramento internacional da proposta do Orçamento do Estado para 2018 (OE 2018) tem o petróleo com um valor mais alto que o actual e um euro mais valorizado por comparação com o dólar. O Executivo prevê também antecipar reembolsos ao Fundo Monetário Internacional (FMI).
Portugal colocou 1250 milhões de euros em Obrigações do Tesouro (OT), num duplo leilão a cinco e a dez anos. As taxas de a taxas de juro foram inferiores às dos anteriores leilões comparáveis.
Crescimento económico motiva redução da dívida pública no rácio do PIB. Mas em termos absolutos o valor continua a subir e a cada vez mais próxima mudança na política do BCE deixará país à mercê da conjuntura.
Portugal vai emitir dívida em moeda chinesa. O banco central da China já autorizou e o Estado já mandatou três bancos para a operação, que deverá estar concluída até ao final do ano e está avaliada em 380 milhões de euros.
A presidente do IGCP defende que o controlo do défice orçamental é a única forma de reduzir o endividamento público e que é importante suavizar ao longo dos anos os reembolsos de dívida aos credores.
Portugal vai emitir dívida na próxima quarta-feira. O IGCP anunciou um leilão de Obrigações do Tesouro (OT) para arrecadar 10 mil milhões de euros com uma maturidade a 10 anos.
A dívida pública portuguesa voltou a aumentar, pouco, mas o suficiente para bater um novo recorde.
Portugal emitiu ontem 1000 milhões de euros de dívida pública em Bilhetes do Tesouro (BT), conseguindo financiar-se com um recorde de juros negativos.
O Banco Central Europeu (BCE) comprou 517 milhões de euros em títulos de dívida pública portuguesa em julho, acima dos 498 milhões de junho e dos 504 milhões de euros em maio.
Depois de ter baixado 200 milhões de euros em maio, a dívida regressou aos aumentos mensais