O Estado português vai voltar aos mercados na próxima semana com um duplo leilão de dívida. Os títulos terão maturidade a dez e a 28 anos e a expetativa é um encaixe de entre os 750 milhões e os 1000 milhões de euros.
O Fundo Monetário internacional FMI) prevê que a economia de Portugal cresça 2,5% este ano e que a meta de 1,5% para o défice seja atingida. A instituição defende ainda que o Governo deve aproveitar o atual momento para reduzir a dívida pública.
Portugal é um dos países da União Europeia (UE) em que mais de 10% da dívida pública é detida pelo setor não financeiro residente. De acordo com dados do Eurostat, em 2016, 10,8% da dívida pública portuguesa estava na posse das famílias e empresas nacionais.
O antigo economista-chefe do FMI defende que a consolidação orçamental em Portugal seja moderada e que uma renegociação da dívida esteja fora de hipótese.
A UTAO estima que a dívida pública tenha estabilizado nos 130,4% do PIB até março. O valor está em linha com o do final de 2016 e acima da meta de 127,9% assumida pelo Governo para este ano.
Empresas ligadas à tecnologia continuam a ver as marcas valerem cada vez mais. Consultora afirma que só a Google e a a Apple valem o mesmo que o Produto Interno Bruto nacional
Procura de diversificação de credores é limitada pela notação financeira da república e pelas incertezas em relação ao futuro económico do país.
Portugal emitiu 1,25 mil milhões de euros, garantindo metade do financiamento que pretende obter este ano com obrigações. A procura quase a duplicar a oferta e os juros foram mais baixos que nas emissões anteriores a cinco e dez anos.
O défice orçamental e a dívida pública tanto da zona euro como da UE baixaram de 2015 para 2016. Em Portugal o défice é de 2% e a dívida representa 130,4% do Produto Interno Bruto (PIB).
Portugal emitiu 1250 milhões de euros em Bilhetes do Tesouro (BT) de curto prazo, tendo conseguido colocar no mercado os títulos com os juros mais baixos do ano.
A dívida pública aumentou em fevereiro 600 milhões de euros por comparação com janeiro. De acordo com dados do Banco de Portugal (BdP), a dívida pública subiu em fevereiro para 243,5 mil milhões de euros — o valor mais alto desde setembro de 2016. Contudo, líquida de depósitos a dívida recuou para 223,4 mil milhões de euros.
O Conselho de Finanças Públicas (CFP) projeta que o défice desça para 1,7% este ano e entre 2018 e 2021 o valor será de 1,8%. Nesta projeção, a dívida pública baixará dos 130,4% do PIB de 2016, para 129,2% do PIB em 2017, caindo até 122,8% do PIB em 2021.
Portugal emitiu 1112 milhões de euros de dívida pública a três e nove anos e pagou juros mais elevados que na última emissão comparável.
Pelo terceiro mês consecutivo, o Banco Central Europeu (BCE) travou o ritmo de compra de dívida portuguesa.
O Banco Central Europeu (BCE) revelou que os lucros de 2016 subiram 10% para 1,19 mil milhões de euros. Os juros obtidos com o programa de compra de ativos justificaram o aumento.
Portugal emitiu 1250 milhões de euros em dívida de curto prazo em leilão com o juro mais baixo de sempre.