“Não se pode pedir a uma criança ou a um professor para voltar alguma vez àquela escola”, disse o presidente da câmara de Uvalde.
Caso aconteceu numa escola em Lisboa.
Alunos do 12.º ano realizaram a prova esta sexta-feira.
O Presidente prometeu maior controlo de armas, mas republicanos estão decididos a travá-lo. Incluindo o governador do Texas, Greg Abbott, a quem se exigiu que tivesse “vergonha”.
Docente teve “um ataque de pânico”.
O caso aconteceu na Escola Secundária de Campo Maior, Portalegre, na segunda-feira de manhã.
De acordo com os dados mais atualizados avançados pelo ministro da educação, João Costa, as escolas portuguesas já receberam, ao todo, um total de 1.860 alunos ucranianos.
Como resultado da queda, a rapariga sofreu um traumatismo abdominal com pancreatite traumática por fratura do pâncreas, tendo estado internada mais de dois meses no hospital.
Vítima foi levada em estado grave para o Hospital de Santa Maria. Suspeito será ex-namorado da jovem.
O protesto convocado pela Associação de Estudantes daquela escola (AE-ESSL) juntou, durante aproximadamente 10 minutos, duas centenas de alunos que envergavam cartazes onde se podia ler “Condições já!”, “Obras já!” ou “Fim ao frio”.
Pelo menos vinte pessoas morreram, ainda não há informações sobre se haverá crianças entre as vítimas mortais.
Resultados não vão contar para a nota final, apenas para efeitos de aferição.
Catarina tem 16 anos e realizará este ano exames do Secundário pela primeira vez, enquanto Guilherme, de 17, terminará o 12.º ano em plena pandemia. Estão entre milhares de jovens que ainda não sabem como vão ser os exames nacionais e explicam o que os preocupa.
Suspeito encontra-se em liberdade.
Será normal os conteúdos do cristianismo serem opcionais e os da identidade de género obrigatórios?