Vítimas foram transportadas para o hospital.
Vários combatentes do Estado islâmico entraram no hospital e em confronto com as forças de segurança, segundo a agência noticiosa Bakhatar. Um funcionário do Ministério da Saúde afegão confirmou 19 mortes até então.
O dono do estabelecimento era o português e pai da vítima mortal. Foram declarados quarto mortos no incidente que ocorreu pouco depois das 11h (10h em Lisboa), num centro comercial localizado num subúrbio residencial que fica a sul de Joanesburgo.
“Vamos ultrapassar este crime à medida que chegamos ao fim dos outros, cometidos por porcos que não respeitam a vida humana”, disse o presidente do país.
Ataque ocorreu quando em “hora de ponta”
Não há ainda números oficiais. Explosão ocorreu durante o culto habitual das sextas-feiras.
Entre os feridos está o genro do dono do estabelecimento e um homem que acabara de estacionar em frente ao local. Um rapaz foi transferido para o hospital do Funchal por precaução.
A Suécia tem registado um aumento de violência com armas de fogo nos últimos anos.
Hospital confirma que três mulheres estão em estado grave.
Todos os feridos são funcionários da instituição.
Nasir Ahmad recorreu ao Governo português para resgatar a mãe e irmã do Afeganistão, contudo o jovem tem estado à espera de uma resposta desde sexta-feira. Note-se que amanhã será o último dia dos militares norte-americanos em Cabul a retirar refugiados afegãos.
Segundo a agência Reuters e o The New York Times, o ataque foi realizado pelos EUA.
O homem, de 39 anos, ficou com queimaduras em cerca de 30% do corpo.
Há ainda cinco pessoas desaparecidas e 31 feridas, três das quais em estado grave.
Autoridades classificam incidente de “ameaça extrema” e pedem aos residentes que fiquem dentro de casa e mantenham as janelas e portas fechadas.
Dois dos jovens estão em estado grave.