Equipas de resgate vasculharam o bairro de Mar Mikhael, esperançosas, mais de um mês depois da explosão que o devastou. Tinham encontrado sinais do bater de um coração, que ontem desapareceu.
Autoridades acreditam que se tratou de uma explosão de gás.
O Governo libanês apresentou demissão em bloco. O primeiro-ministro fala em ‘corrupção maior que o Estado’.
Emmanuelle estava a preparar-se para dar à luz no Hospital St. George’s, em Beirute, quando ocorreu a explosão num armazém no porto da cidade.
“Há certamente ainda (vítimas) sob os escombros e recebemos dezenas de apelos pelos desaparecidos”, afirmou Hamad Hassan, ministro da Saúde do Lìbano, depois de se ter reunido com o Governo, esta quarta-feira.
A vítima ficou com cerca de 90% do corpo queimado.
A decisão é uma ação em resposta às explosões que na tarde desta terça-feira abalaram a capital libanesa.
O abalo provocado pelas explosões foi sentido a cerca de 240 km, no Chipre.
O governador da capital do Líbano, Marwan Aboud, referiu-se à explosão como “um desastre nacional semelhante a Hiroshima”.
Ministério da Saúde já confirmou a existência de um número elevado de feridos.
Vítima mortal é um polícia.
Há ainda dois feridos graves.
Não há vítimas a registar.
Há vários estudantes universitários entre as vítimas.
A mulher perdeu a consciência ainda dentro de casa e acabou por morrer.
A explosão foi tal que as janelas próximas das lojas que se encontravam perto do carro explodiram com a intensidade da explosão.
A vítima já foi transportada para o hospital.
O prédio e um jardim de infância perto do local foram evacuados.