A ministra do Turismo de Espanha, Reyes Maroto, anunciou esta manhã que as fronteiras com Portugal e França vão abrir no dia 22 de junho.
De relembrar que as fronteiras do país vizinho estão encerradas, com algumas exceções, desde meados de março.
Contudo, Eduardo Cabrita lembrou que é autorizada a circulação de trabalhadores transfronteiriços “dentro dos pontos de passagem autorizados” e a deslocação de trabalhadores sazonais.
Também a Grécia voltou a abrir portas aos turistas e lançou uma lista de países que podem voltar a visitar o território a partir do dia 15 de junho. No entanto, nem Itália nem Portugal constam desta lista elaborada pelo Governo grego.
Três mil pessoas foram impedidas de entrar em Portugal por não se justificar a necessidade de atravessar a fronteira.
O chefe do Executivo socialista relembrou que “a gestão das fronteiras é responsabilidade soberana do Estado português”.
O ministro da Administração Interna assume que é possível imaginar um verão como emigrantes no país.
Esta medida irá ser revista de 10 em 10 dias.
Recorde-se que o controlo das fronteiras terrestres com Espanha está a ser feito desde o dia 16 de março em nove pontos de passagem autorizada.
Controlo de fronteiras terrestres está a ser feito desde 16 de março. Uma pessoa foi detida “por uso de autorização de residência falsa”.
Também a partir das 23h00 desta segunda-feira apenas nove pontos da fronteira terestre estarão disponíveis e a passagem irá ser controlada pelas autoridades.
Haverá nove pontos de passagem de fronteira terrestre, que servirão para fazer transporte de mercadorias.
António Costa colocou elevação das restrições nas mãos do Presidente da República. Marcelo Rebelo de Sousa convocou Conselho de Estado e diz que situação poderá durar meses. Para já não há viagens de turismo terrestres entre Portugal e Espanha, na época de Páscoa.
Mulher de primeiro-ministro espanhol está infetada com Covid-19.
Autorizações para viajar para o continente também foram suspensas.
Óscar Ramírez morreu afogado no Rio Grande a tentar salvar a sua filha Valéria. Queriam asilo nos EUA, para escapar à pobreza e à violência.
Em Espanha e na Bélgica também há notícias de confrontos e disturbios