Cerca de 10.000 pessoas fugiram em Selangor – o estado mais rico do país que rodeia a capital, Kuala Lumpu.
Grupo Oriental está sob aviso laranja até às 21h00 desta terça-feira e sob aviso amarelo até às 12h00 de quarta.
A Linha da Beira Alta foi cortada devido à queda da árvore na zona de Santa Comba Dão. A circulação dos comboios só irá retomar de madrugada. Até às 18, foram acionadas quase 1.500 ocorrências, afirmou a Proteção Civil ao Nascer do Sol.
É esperada chuva intensa.
Regiões italianas de Sicília, Calavria, Basilicata e Apúlia foram colocadas em alerta pelas autoridades.
Família que lá morava não sofreu ferimentos e ficou realojada na casa de familiares.
Chuva causou durante a manhã uma derrocada em São Miguel.
O autocarro continha 51 pessoas e 37 já foram resgatadas. O tempo extremo tem destruído centenas de habituações.
Proteção Civil registou nove ocorrências.
Cheias causadas pelo furacão Ida levaram a que fosse declarado estado de emergência em Nova Iorque.
Pelo menos 190 pessoas morreram nas inundações registadas nos dias 14 e 15 de julho e que afetaram sobretudo dois Estados federados alemães: a Renânia-Palatinado e a “vizinha” Renânia do Norte-Vestfália.
O casal, que tem uma filha pequena e um bebé de quatro meses, ficou “sem casa e sem nada”, uma vez “que o seguro não cobre inundações”.
China, Alemanha e Bélgica foram assoladas por cheias que provocaram centenas de vítimas mortais.
Corpo, já sem vida, da mãe foi encontrado, pouco depois, perto do local de onde bebé foi retirado.
De forma a prevenir mais mortes, autoridades chinesas evacuaram cerca de 200 mil pessoas para abrigos seguros.
A Alemanha foi o país mais afetado com 169 vítimas mortais, 121 das quais no estado da Renânia-Palatinado. Na Bélgica registaram-se, pelo menos, 30 mortes.
Especialistas acreditam que a Alemanha não estava pronta para lidar com as cheias que provocaram pelo menos 156 óbitos. No entanto, não são os únicos, caso não exista um maior controlo das ações poluentes em todo o mundo, alerta o Presidente da Zero, Francisco Ferreira, estes desastres naturais podem ser mais recorrentes e mais devastadores.
Mais de 180 pessoas morreram nas cheias na Europa central: 156 na Alemanha e 27 na Bélgica. Operações de resgate continuam.