“Vladimir Vladimirovich, és um homem ou quê?”, questionou uma dirigente de um comité de mulheres.
Moscovo alega que o “assassínio brutal” dos seus soldados “não é o primeiro nem o único exemplo de crimes de guerra” da Ucrânia.
Zelensky troçou da Rússia em pleno “G-19”, delineando um plano para a paz. Lavrov viu o seu país discretamente criticado pela China e Índia.
“Putin está a enviar cidadãos africanos presos na Rússia para a guerra na Ucrânia”, denunciou Oleg Nikolenko, o porta-voz da diplomacia ucraniana, através do Twitter.
Com os recursos que tiraram de Kherson, o Kremlin “passou à ofensiva nas direções de Bakhmut, Avdiika e Novapavlivka”.
“A região de Kherson ainda é muito perigosa. Em primeiro lugar, existem minas. Infelizmente, um dos nossos sapadores foi morto e outros quatro ficaram feridos enquanto limpavam as minas”, disse o líder russo.
Kiev mantém uma posição inflexível, numa altura em que o Kremlin está na mó de baixo. Mas os russos reforçam as suas fortificações, algo que dificultará avanços rápidos dos ucranianos.
Governo ucraniano proibiu que todos os homens, entre os 18 e os 60 anos que são elegíveis para serem recrutados para ajudar na guerra, saiam do país.
Fuzileiros russos relataram ter sido atirados como “carne” contra uma aldeia em Donetsk, de forma desorganizada, com centenas de baixas.
O Ministério da Defesa da Rússia ainda não fez qualquer comentário sobre a alegada carta de protesto dos militares russos, que fala em “centenas de baixas”.
O Ministério da Defesa da Rússia ainda não fez qualquer comentário sobre a alegada carta de protesto dos militares russos, que fala em “centenas de baixas”.
Nova ajuda conta com mais 400 milhões de dólares, o equivalente em euros.
Na sua ótica, a “operação especial” serviu – e serve – para emendar os erros de 1941, época em que os serviços russos anunciavam uma invasão da Alemanha à União Soviética e os líderes políticos russos não fizeram os esforços necessários para o impedir.
A polícia ucraniana adianta que até segunda-feira instaurou 40.742 processos criminais por crimes cometidos pelas tropas russas no território da Ucrânia.
Mísseis russos destruíram infraestruturas cruciais de energia na Ucrânia, deixando centenas de localidades sem eletricidade.
Organização da Nações Unidas anunciou que está a reunir esforços para que a Rússia pense duas vezes e decida preservar o acordo.
Babayeya tinha passado por vários órgãos de comunicação social, nomeadamente pelo grupo que detém a agência Ria Novosti e o grupo Sputnik, com instalações em Londres ou nos Estados Unidos.
Foram recrutados mais de 300 mil homens.