O Kremlin perdeu Lyman quando apostava em Kherson, mas até aí está a recuar. Senhores da guerra russos culpam as forças armadas.
Inna Ohnivets sai “muito satisfeita” como o seu trabalho nos últimos sete anos que esteve em Portugal.
Muitos dos assassinatos em questão foram cometidos contra pessoas detidas, com os mortos a serem encontrados com as mãos amarradas atrás das costas.
Mais de 300 pessoas foram envolvidos na troca de prisioneiros entre a Rússia e a Ucrânia, recebeu de braços abertos os soldados responsáveis pela defesa de Mariupol.
Organização diz ainda que 509 pessoas foram detidas em Moscovo e pelo menos 541 em São Petersburgo, a segunda maior cidade do país.
Não é a primeira vez que o Presidente russo ameaça usar o seu arsenal nuclear. Mas desta vez está mais desesperado.
Petições para travar este processo, bilhetes de viagens para abandonar a Rússia esgotados ou avisos de importantes líderes mundiais, a notícia de Putin que a população ia ser mobilizada trouxe diversas repercussões à população.
O regime russo prometia ordem e prosperidade a troco de apatia. Agora, muitas famílias temem ver entes queridos ser levados para a linha da frente. Mas Putin, humilhado no campo de batalha, não tinha muito mais opções.
Após o descalabro russo no sudeste de Kharkiv, unidades regionais ou mercenários ganham destaque. O Kremlin até recruta em prisões.
O Presidente da Rússia afirmou desprezar as tentativas de criar um “mundo unipolar” e apoiava a política de “Uma China”.
Diplomacia russa justifica a decisão com o percurso “inamistoso” do Reino Unido, “no âmbito do qual Londres toma medidas destinadas a desacreditar a operação militar especial da Rússia na Ucrânia e oferece ajuda consequente ao regime nazi de Kyiv”.
Machim Krupski, advogado e apoiante do sindicato, afirmou que a solicitação da procuradoria é ilegal e injustificada, indo por isso recorrer da decisão.
Ministério de Defesa da Ucrânia, numa mensagem publicada nas redes sociais, faz referência a uma parede na qual foi esculpida a oração do Pai Nosso e uma cruz, alegadamente por prisioneiros ucranianos.
“A pressão exercida sobre os jornalistas, o bloqueio da internet e outras formas de censura são incompatíveis com o pluralismo da comunicação social e violam o direito de acesso à informação”, disse a responsável da ONU.
ONU já contabilizou, desde o início da guerra, mais de 5.700 civis mortos e cerca de 8.100 feridos.
Matilda Bogner, representante para a Ucrânia do Gabinete dos Direitos Humanos da ONU, classifica a situação como “particularmente alarmante” no campo de prisioneiros de Olenivka, situada na província de Donetsk, ocupada pelas tropas russas.
Leilão terá início a 11 de outubro.
Recorde-se que na noite de ontem, Volodymyr Zelensky tinha reportado avanços na fronteira com a Rússia, assegurando que, no sul do país, “em certas direções”, o exército ucraniano “avançou profundamente nas defesas inimigas, entre dois e várias dezenas de quilómetros”.