Pelo menos 50 pessoas, a maior parte polícias e civis armados, foram mortas pelo grupo extremista auto-intitulado Estado Islâmico, depois de este ter assumido o controlo da maioria dos bairros centrais de Ramadi, no centro do Iraque.
As Nações Unidas alertaram, na quinta-feira, para actos de violência sexual que estão a ser praticados de forma “generalizada e sistemática” na Síria e no Iraque, onde as mulheres e raparigas são mais vulneráveis.
Izzat Ibrahim al-Douri, antigo braço direito do ditador iraquiano Saddam Hussein e um dos homens mais procurados do mundo, morreu esta semana numa troca de tiros entre o seu movimento rebelde sunita, aliado do Estado Islâmico, e o exército iraquiano a leste de Tikrit.
A jihad radical não são se faz apenas de arma na mão. Esta é a mensagem de um radical islâmico de origem britânica, Abu Saeed al-Britani, que veio apelar à adesão ao movimento terrorista do Estado Islâmico daqueles que estão relutantes em ir para a luta armada.
No livro A Síria em Pedaços (Tinta da China, 2015), o especialista em Relações Internacionais Bernardo Pires de Lima defende que uma solução na Síria, ou melhor, nas três Sírias, passa por Bashar al-Assad. Porque é preferível um ditador a prazo do que um califa sem termo, reafirma nesta entrevista ao SOL.
É o maior revés sofrido pelo Estado Islâmico (EI) desde que tomou de assalto o Norte do Iraque no Verão passado: tropas iraquianas, com milícias xiitas apoiadas pelo Irão e combatentes sunitas conseguiram entrar em Tikrit esta semana e dominam já partes do bastião do EI. A reconquista da cidade abre caminho para uma investida…
O Estado Islâmico divulgou um vídeo que mostra jihadistas a destruírem vários artefactos do museu de Mosul, no norte do Iraque.
Mais de trinta pessoas morreram em três ataques com bombas em Bagdade, capital do Iraque.
As Nações Unidas revelaram mais uma dimensão das atrocidades cometidas pelo movimento terrorista do Estado Islâmico.
A Amnistia Internacional acusou hoje o grupo fundamentalista Estado Islâmico de cometer crimes de guerra e contra humanidade “em larga escala” no Iraque, submetendo mulheres e crianças a “um tratamento particularmente brutal”.
Para além das decapitações, das execuções em massa e dos atentados bombistas, o terror do Estado Islâmico tem outras dimensões. Uma das mais chocantes é a escravidão sexual a que milhares de meninas e mulheres de minorias étnicas e religiosas são submetidas.
Pelo menos 322 pessoas morreram no mais recente acto de violência perpetrado pelo Estado Islâmico. As vítimas eram membros de uma tribo iraquiana da província de Anbar.
As milícias xiitas apoiadas e armadas pelo Governo iraquiano mataram e sequestraram centenas de civis sunitas, nos últimos meses, gozando de total impunidade. O relatório ‘Absolute Impunity: Militia Rule in Iraq’, divulgado pela Amnistia Internacional (AI), acusa as autoridades do país de compactuarem com estes “crimes de guerra”.
As forças iraquianas abandonaram a cidade de Hit, na província de Anbar, situada aproximadamente 200 quilómetros a Oeste de Bagdade. “Hit está agora a 100% sob o controlo do Estado Islâmico (EI)”, disse um coronel em Ramadi, a capital da província, citado pela AFP.
Foram sequestrados pelo menos 2.500 civis iraquianos, na sua maioria mulheres e crianças, revela o relatório sobre a protecção de civis nos conflitos armados no Iraque, divulgado nesta quinta-feira. Produzido em conjunto pela Missão das Nações Unidas de Assistência para o Iraque e o Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, o documento alerta…
A aviação gaulesa acaba de se juntar ao esforço de guerra contra o grupo radical islâmico que tomou parte da Síria e do Iraque.
Os radicais do Estado Islâmico divulgaram esta noite mais um vídeo a exibir a decapitação de um refém.