Netanyahu aproveitou ainda para realçar que ambos tiveram uma “conversa muito produtiva” e que Trump “é o melhor amigo que Israel já teve na Casa Branca”.
“Senhor primeiro-ministro, enquanto lhe escrevemos e já depois de um acordo de paz negociado e selado, há acusações fundadas de que Israel está a bloquear a ajuda humanitária”, pode ler-se.
Através da rede social X, o porta-voz do Exército israelita, Avichai Adrai, disse que “o período de implementação do acordo foi prolongado”.
Por sua vez, em reação às ameaças do primeiro-ministro israelita, o Hamas publicou uma declaração em que reitera o seu compromisso com o acordo de cessar-fogo em Gaza e responsabiliza Israel de “complicações ou atrasos”.
De acordo com o documento, só para os primeiros três anos serão necessários 20 mil milhões de dólares (cerca de 19,3 mil milhões de euros).
Ministro reafirmou também a “determinação [de Portugal] em combater o antissemitismo, independentemente onde aconteça no mundo inteiro”.
Um dos homens libertados terá ligações a Portugal.
Na quinta-feira, o Presidente dos Estados Unidos acusou o TPI tomar medidas ilegais contra os Estados Unidos e Israel, assinando, por isso, uma ordem executiva que impõe sanções ao TPI.
As declarações do Presidente americano vêm quebrar um consenso generalizado de que a solução passaria pelo estabelecimento de dois estados na região.
De acordo com o ministério, nas últimas 24 horas morreram pelo menos 31 civis.
“O povo de Gaza deve poder usufruir de liberdade de movimento e de imigração, como é habitual em todo o mundo”, afirmou o gabinete de Katz, através de um comunicado, citado pelas agências de notícias internacionais.
“O plano apresentado ontem pelo Presidente Donald Trump é a verdadeira resposta ao dia 07 de outubro”, defendeu Bezalel Smotrich, numa mensagem publicada nas redes sociais.
Governo apela ao cumprimento do cessar-fogo.
Na mesma publicação, o exército também confirma que matou, algumas horas antes, um combatente palestiniano após uma troca de tiros.
Desde que assumiu a presidência, Trump desbloqueou a entrega a Israel de bombas de 900 quilos, que Joe Biden tinha suspendido, e cancelou as sanções financeiras contra os colonos israelitas acusados de violência contra os palestinianos.
Ofer Kalderon, de 54 anos, tem cidadania israelita, francesa e portuguesa, que obteve pela sua origem sefardita.
O acordo continua como planeado e foram libertados, ontem, mais oito reféns. No sábado serão libertados mais três. 300 prisioneiros alestinianos já foram libertados e muitos deslocados regressam a Gaza.
Sobre este ataque, o exército deixou claro que “não permitirá atividades terroristas do Hezbollah no Líbano” e que “agirá para eliminar qualquer ameaça ao Estado de Israel e aos seus cidadãos”.