Na semana em que Cavaco voltou a uma iniciativa partidária para desancar o Governo e o PS e apoiar a liderança de Montenegro e o PSD como alternativa, Passos Coelho reuniu-se à mesma mesa com um grupo de apoiantes de sempre. Eleições antecipadas dentro de menos de um ano foi o menu político em cima…
PSD e Chega comentam polémica do caso Tutti Frutti, sobre corrupção autárquica.
O presidente do PSD garantiu que o partido “está focado em apresentar uma alternativa política, sólida e ambiciosa para substituir o atual Governo”.
Presidente dos sociais-democratas garantiu estar disponível para ser escrutinado no caso da moradia em Espinho.
Presidente dos sociais-democratas lamenta que partidos defensores da alteração legislativa não tenham ‘atendido’ aos reparos de Marcelo.
“Digo-o, claramente, comigo e com o PSD, terão um Primeiro-Ministro e um Governo totalmente diferentes”, diz líder do PSD.
Liberais e centristas acreditam em ganhos eleitorais depois de Montenegro ter rejeitado o Chega. IL acredita no potencial eleitoral de ser essencial a um Governo de direita e CDS espera renascer das cinzas.
“Cada minuto de silêncio significa perda de autoridade, perda de credibilidade e perda de liderança na chefia do Governo”, defendeu presidente social-democrata.
Social-democrata quer deixar a garantia junto do Presidente de que o PSD é alternativa ao Executivo do PS. Chega está focado na questão da eutanásia, mas conversa também deverá abordar a situação política atual.
Insistência do PR na ‘tese’ da inexistência de uma alternativa irrita sociais-democratas, que lhe exigem mais ‘recato e ponderação’.
O “Governo e António só pensam na sua sobrevivência”, acusou o presidente dos sociais-democratas.
Líder do PSD aproveitou cimeira do PPEem Bruxelas, na semana passada, para esclarecer em definitivo: não vai haver acordo de Governo nem parlamentar com André Ventura.
Líder social-democrata deixou a garantia, “há uma coisa que eu posso assegurar: o PSD, no dia em que houver eleições, está preparado para as disputar e para as vencer. E eu estou preparado para ser primeiro-ministro”, concluiu o líder.
Luís Montenegro quer contar com o ‘apoio massivo’ dos madeirenses e acredita na conquista de uma maioria absoluta no Parlamento regional. A expectativa é que o resultado contribua para a afirmação do PSD enquanto ‘alternativa’ também no continente.
“Acho que ele é um ativo extraordinário do país, que o país não deve desaproveitar seja em que circunstância for: na sua vida académica, seja em representação de Portugal, seja na política ativa”, sublinha líder social-democrata.
Líder social-democrata apela a Santos Silva e aos partidos para se arranjar outra data para interversão do Presidente do Brasil.
O vice-presidente do PSD acredita que Luís Montenegro ‘será primeiro-ministro mais cedo do que mais tarde’, mas considera que ‘chegar ou não ao fim da legislatura depende fundamentalmente do próprio Governo’.
Líder social-democrata compreende portugueses que “vão para a rua fazer o seu protesto”.