Apoiantes da oposição angolana juntaram-se nas ruas da capital do país para exigir eleições justas e protestar contra as alterações à lei eleitoral.
A manifestação – onde se viram bandeiras do Brasil e cartazes contra o chefe de Estado que o apelidavam de genocida – realizou-se na Praça D. Pedro IV.
Milhares de pessoas foram para as ruas de várias cidades brasileiras para a manifestação pró-Bolsonaro. Levaram cartazes e placas, escritas inclusive em inglês, que pediam medidas como prisão e a destituição de todos os juízes do Supremo Tribunal Federal e ainda uma intervenção militar que ajudasse a manter Bolsonaro no poder.
O uso de polos, algemas e boinas que pertencem à farda da PSP é proibido fora dos atos de serviços dos polícias – uma infração que pode resultar em penas de suspensão ou multa.
Segundo vídeos publicados no Twitter, agentes da autoridade dispararam balas de borracha contra ativistas pró-LGBTQ.
A maioria dos manifestantes saiu à rua sem máscaras.
As acusações de incitamento à violência recaem em homens ligados ao ex-Presidente preso.
Após meses com a venda de álcool proibida, lojas da especialidade foram um dos grandes alvos dos motins. Outros só queriam ter o que comer.
“Há pessoas que conseguem por sorte, outras é pagando, uma advogada tentou cobrar-me 300 euros [por uma vaga para atendimento pelo SEF], e uma pessoa num momento de desespero, depois de estar cá três ou quatro anos, acaba por pagar, mas eu não pago, porque isso é injusto”, disse uma imigrante à Lusa.
Mais importante “é o Governo entender que tem de ouvir os empresários” afirma José Gouveia, ao i.
Os protagonistas da manifestação evocaram ainda os eventos-piloto feitos em abril e maio, nos quais um “erro informático” obstaculizou o tratamento dos dados.
Ventura sai à rua para criticar medidas impostas pelo Governo. Membros do Movimento Sobreviver a Pão e Água juntam-se à luta, mas de forma oficiosa: a sua vez será dia 5 de julho.
Ação estava apenas autorizada junto ao Parlamento, mas os manifestantes acabaram por desfilar pelas principais ruas de Lisboa durante duas horas e meia, obrigando ao corte do trânsito em hora de ponta.
Centenas de elementos da PSP e da GNR protestaram, na segunda-feira, durante cerca de 11 horas, numa manifestação que começou junto à Assembleia da República e se alastrou para as principais vias de Lisboa.
Segundo o Comando Metropolitano de Lisboa, a manifestação estava autorizada apenas para ser realizada junto do Parlamento.
José Luís Carneiro rejeita ideia de fragilização de Medina e acusa Rio de oportunismo e cinismo político.
Autarquia diz que agiu confome previsto nestes casos e fala em “aproveitamento político”.
No sábado, milhares de pessoas saíram à rua para protestar contra o governo de Bolsonaro.