José Gouveia, um dos porta-vozes do movimento, admite ao jornal i que “isto muda tudo”.
O Movimento “A Pão e Água”, que dá voz às reivindicações do setor da restauração, que está a passar por uma fase complicada devido à pandemia e às últimas restrições impostas pelo Governo, reuniu-se novamente esta quinta-feira nas ruas de Lisboa. Milhares de pessoas caminharam pelas ruas até à Assembleia da República para pedir mais…
O empresário da noite José Gouveia promete radicalizar a luta e não poupa elogios a Ljubomir, um dos poucos com “tomates” para falar em nome dos que “estão em situação de desespero”.
Nomes como Filomena Cautela ou Mastiksoul expressaram apoio ao movimento ‘A Pão e Água”.
Tudo começou este sábado, durante um discurso de um dos organizadores do evento contra uma notícia da Rádio Observador que falava em 200 manifestantes, algo que desagradou os presentes.
“Obrigado a todos os que levantaram o c* do sofá e juntaram a sua à nossa voz, mas um agradecimento especial à polícia – e ao superintendente Domingos Antunes – por levar a democracia e os seus valores à risca”, escreveu no Instagram.
A Polícia de Segurança Pública viu-se obrigada a retirar os profissionais do local de modo a garantir a sua segurança
O chefe de Estado sublinhou que “o pior que se podia ter é um confronto entre quem quer a abertura do país e quem tem medo dessa abertura”.
Coordenador da plataforma sindical garante que ação vai ser realizada em “estreita articulação com as entidades de saúde”.
Cerca de 100 manifestantes bloquearam trânsito no centro de Lisboa pela neutralidade carbónica em 2030.
Pelo menos três manifestantes contra as medidas de conteção da covid-19 e um agente da polícia tiveram de ser assitidos.
Portland, que tem estado em turbilhão desde a morte de George Floyd, foi palco de confrontos entre uma caravana de defensores da polícia e manifestantes.
Líder do Chega convocou contra-manifestação para dizer que Portugal não é racista. A iniciativa soou também a campanha para as presidenciais.
André Ventura convoca contramanifestação para domingo.
André Ventura discursou no final da manifestação e criticou a “direita tradicional que tem medo de sair à rua”.
Líder do Chega mantém manifestação para mostrar que Portugal não é racista e recusa que movimentos violentos se associem à iniciativa.
Patrick Hutchinson, homem negro que salvou o polícia, quis evitar que os protestos fossem marcados por violência.
André Ventura quer mobilizar militantes de todo o país. O objetivo da manifestação, em Lisboa, é provar que “os portugueses não são racistas”.