Pyongyang abriu um novo capítulo na guerra das ameaças ao disparar um míssil balístico que sobrevoou território japonês. China apela à ‘diplomacia’ para reduzir a tensão, mas EUA descartam conversar.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou o lançamento de um novo míssil balístico, realizado pela Coreia do norte, e considerou este exercício uma ameaça à paz e segurança na região.
“É do interesse vital para a segurança nacional dos Estados Unidos impedir e parar a proliferação do uso de armas químicas”, justifica o presidente dos EUA.
No dia 13 de Fevereiro deste ano, o primeiro-ministro da Rússia discursou na Conferência de Segurança de Munique. Procurando alertar a audiência internacional para os perigos de uma nova Guerra Fria, Dmitri Medvedev referiu a dada altura: «Chego a interrogar-me sobre se estaremos de facto em 2016, ou antes em 1962».
O portal israelita DEBKAfile, citando fontes militares e dos serviços secretos de Israel, informou que a Rússia instalou na Síria o mais moderno míssil táctico do seu arsenal, com possibilidades de ser equipado com ogiva nuclear.
As tensões militares na península coreana agravaram-se. A Coreia do Norte voltou a lançar esta manhã vários ‘rockets’ de curto alcance ou mísseis de curto alcance no mar da sua costa leste, avança a Reuters.
A Coreia do Norte lançou, esta quinta-feira, vários mísseis de curto alcance, após as sanções impostas pelo Conselho de Segurança da ONU.