Pedido poderá ser feito de forma digital e a resposta chega por SMS.
Chegou a ser apontado como o número dois da instituição financeira sob a liderança de Nuno Mota Pinto.
Tomás Correia avançou com um processo contra a Caixa Geral de Depósitos a exigir que o valor da sua pensão seja recalculado.
Em causa está uma coima de 400 mil euros ao Banco Montepio e 150 mil euros ao ex-presidente da instituição financeira.
Casa de Tomás Correia e instalações do Montepio foram alvo de buscas. Prenda de milhões dada a Salgado pode ter tido origem nos financiamentos obtidos por José Guilherme.
Pedro Leitão vai ocupar o cargo que estava há quase um ano vazio. Ao que SOL apurou, Dulce Mota, até aqui interina, deverá manter-se na administração da instituição financeira.
Pedro Leitão vai suceder a Dulce Mota, que ocupou o cargo temporariamente.
Reunião magna após saída de Tomás Correia revelou unanimidade em torno das metas para 2020. Novos estatutos prometem marcar o ano.
A ausência de Carlos Tavares surgiu numa altura em que foram conhecidas as conclusões do inquérito de satisfação dos trabalhadores em relação ao banco. E, tal como o SOL avançou, a sua liderança foi muito contestada.
Ainda com Tomás Correia à frente da Mutualista, Virgílio Lima juntou-se a Eugénio Rosa, Carlos Areal e Viriato Monteiro numa tentativa de bloquear listas e assegurar o seu futuro no caso de eleições antecipadas.
‘Insatisfação permanente e níveis motivacionais baixos’ são algumas das conclusões do inquérito feito aos trabalhadores da instituição financeira da Associação Mutualista.
Banco explica queda dos resultados pela menor contribuição do Finibanco Angola e pelo aumento do nível de impostos.
O nome de Virgílio Lima para substituir Tomás Correia à frente da associação está a ser contestado internamente. Idália Serrão e Luís Almeida poderão ser ponderados.
Associação Mutualista Montepio vai estar reunida esta noite para aprovar os novos estatutos. Mas segundo uma nota a que o i teve acesso, as alterações estão a provocar forte contestação.
A renúncia de Tomás Correia não implica, estatutariamente, a convocação de eleições. Mas já começaram as movimentações, as conspirações e a contagem de espingardas.
O ainda presidente da Mutualista diz que só se recandidatou para cumprir quatro objetivos que entretanto foram alcançados. Saída será a 15 de dezembro.
Governo aponta para crescimento de 2% em 2020 e para défice zero. Analistas contactados pelo SOL apontam para riscos e para algum ‘otimismo excessivo’.