A energia da bola segundo o Einstein do futebol no Argentina-Arábia Saudita (1-2) foi vítima da explosão verde de uma reviravolta gloriosa para o vizinho grande e embirrento do Qatar; galos e cangurus fecharam a noite em Al-Wakrah (França, 4- Austrália, 1) com Ronaldo e o Chelsea ao barulho.
As duas equipas somam um ponto.
O Presidente da República lembrou que “orientação da política externa” portuguesa não passa por visitar apenas países com regimes democráticos.
Foi aos nove minutos que Craig Goodwin assinalou o primeiro e o único golo da seleção australiana, e não tardou a terem uma resposta.
Parlamento aprovou, com vários votos contra, a deslocação do Presidente ao Mundial de Futebol no Qatar.
Fãs acusam-no de se ter “vendido”
Recorde-se que, na passada quinta-feira, Marcelo Rebelo de Sousa disse que “o Qatar não respeita os direitos humanos” mas pediu que se esquecesse isso.
A tenda já estava montada, mas o “risco” de ser vista como apoiante das políticas do Qatar levou a faculdade a recuar.
Num evento como o mundial, “há sempre dimensão política, dizer que vamos só falar no desporto não corresponde à realidade”, aponta Cardoso Reis. E a UE não se pode dar ao luxo de abdicar do gás natural qatari.
Três partidos aprovaram viagem ao Qatar
Jogadores da seleção inglesa ajoelharam-se contra opressão no Qatar e os da seleção iraniana ficaram em silêncio durante o hino, num alegado protesto contra a violência do regime no seu país. Jogo acabou com goleada dos ingleses frente à equipa treinada pelo português Carlos Queiroz.
Cristiano fala pela primeira vez depois de entrevista polémica
PS e PSD já anunciaram que vão votar favoravelmente.
Inglaterra, País de Gales, Bélgica, Dinamarca, Alemanha, Países Baixos e Suíça anunciaram, em comunicado conjunto, que a FIFA “deixou muito claro que imporá sanções desportivas” se capitães “usarem as braçadeiras em campo”.
A vantagem do Equador foi marcada logo na primeira metade da partida.