Para o chefe da diplomacia europeia, “as palavras são boas mas o importante são as questões práticas, mais recursos, e mais capacidade militar para resistir à agressão russa”.
Mariana Vieira da Silva apresenta Programa do Governo, que será discutido no plenário do Parlamento nos dias 7 e 8 de abril.
A publicação do cartoon foi agendada pela embaixada russa em Paris para esta quinta-feira, de forma a coincidir com as cimeiras da NATO e do G7.
Desde que tomou posse, os Estados Unidos já doaram dois milhões de dólares à Ucrânia. E não fica por aqui: mais um milhão destina-se ao país para ajuda humanitária.
Polónia anunciou na semana passada que ia apresentar, durante a cimeira extraordinária da NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte) que se realizou esta quinta-feira, uma proposta para a criação uma missão de paz na Ucrânia.
Depois da reunião da NATO em Bruxelas, o primeiro-ministro disse que Putin já sofreu duas derrotas desde o início da guerra, há um mês, e notou o papel dos Estados Unidos no abastecimento de gás à Europa, embora considere que “a grande solução está na aposta das energias renováveis”.
O primeiro-ministro falou esta quinta-feira à entrada da cimeira da NATO.
Os russos conhecem bem o potencial das armas químicas, que viram Assad usar na Síria. Analistas avisam que a probabilidade de Putin usar pequenas armas nucleares cresce por o avanço das suas forças estar estagnado.
Para os dois países, a invasão russa no território ucraniano causou “uma grande alteração” na vida dos países fronteiriços e também uma mudança na perceção do risco de um iminente ataque por parte do Presidente russo, Vladimir Putin.
O país pede ao Ocidente “armas ofensivas”.
Comunistas fizeram mais uma intervenção “pela paz”, mas sem condenar a invasão russa da Ucrânia.
O primeiro-ministro, António Costa, disse que Portugal vai responder ao pedido da NATO, que espera que o “terror” vivido na Ucrânia “não se estenda a nenhum dos países” da Aliança, garantindo ainda que esta força militar portuguesa não será enviada para território ucraniano.
Sejam ‘cínicos’, ‘tolos’ ou ‘idiotas úteis’, todos colocam em causa o nosso modelo de Estado de Direito Democrático e, naturalmente, a nossa segurança
“Os aliados estão unidos no que diz respeito ao facto de a NATO não avançar com forças no terreno ou no espaço aéreo da Ucrânia“, disse Jens Stoltenberg, em declarações aos jornalistas.
“Ouvimos durante anos que as portas estavam abertas, mas também ouvimos dizer que não podíamos aderir. Esta é a verdade e temos de a reconhecer”, afirmou o presidente ucraniano durante um videoconferência da Força Expedicionária Conjunta (JEF, na sigla em inglês), uma coligação liderada pelo Reino Unido.
Esta é a terceira sondagem que acontece no espaço de um mês, tendo a opinião dos finlandeses vindo a mudar.
“Politicamente”, o Presidente da Rússia reconheceu que “já perdeu a guerra e militarmente ele não esta a ganhar” – motivo esse que poderá levar o líder russo a utilizar as armas químicas, explica Andrzej Duda.
No seu primeiro discurso sobre o Estado da União, o Presidente Joe Biden abordou a guerra na Ucrânia e a covid-19.