Na segunda e na terça, o governo teve a primeira reunião com Bloco de Esquerda e PCP para tentar novo acordo
As principais prioridades de Carlo Cottarelli serão a formação de governo e a aprovação do Orçamento de Estado para o próximo ano
Costa admitiu que “esforço” de aumento em 25% na dotação orçamental demonstrou ser insuficiente
Os gastos chegaram a 2,2 mil milhões de euros
O Bloco de Esquerda apresenta três propostas para melhorar as condições no ensino básico. Em causa estão a gratuitidade dos manuais do ensino básico, recuperações de cantinas escolares e de estabelecimentos de ensino e redução do número de alunos por turma, Uma medidas também defendida pel’Os Verdes.
Governo garante que melhorou a vida das pessoas sem ceder a tentações eleitoralistas. PSD acusa executivo de estar a ceder “a interesses particulares”
A economia da Grécia deverá crescer 2,5% no próximo ano e entrar “num novo período de estabilidade económica”.
Audição no parlamento ficou marcada por algumas novidades: Maria de Belém lidera comissão que vai estudar revisão da lei de bases da Saúde
Duarte Pacheco acusa o executivo de Sócrates de ser os responsável pelos problemas financeiros do banco nacional
O estudo da Uniplaces concluiu que na capital os estudantes precisam de pelo menos 600 euros por mês
Engano de Pedro Nuno Santos só foi corrigido duas horas depois, muitos alertas já tinham seguido
Secretário-geral do PCP afirma que o “atual prestígio do governo não foi por mérito próprio”
Sobre o ano do défice mais baixo da história, o Tribunal de Contas tece densas críticas ao Ministério das Finanças. O rigor e a transparência “continuam comprometidos”.
Receita total das administrações públicas até abril cresceu 0,2% , abaixo do aumento observado na despesa. Maior velocidade nas devoluções de impostos e gastos com bens e serviços de saúde em destaque
O secretário de Estado do Orçamento, João Leão, vai estar presente na apresentação do relatório do grupo de trabalho da dívida. Mas não vai assinar o documento.
O governo de Espanha, minoritário, apresentou o Orçamento do Estado para 2017, um documento que aumenta as despesas sociais e se afasta da austeridade. O objetivo é conseguir o apoio da oposição para aprovação no parlamento.
Pela primeira vez em três anos, há mais portugueses a controlar melhor o orçamento familiar (83%).
Diplomacia, Ambiente e Habitação são os setores mais afetados pela proposta orçamental da nova administração