O parlamento grego aprovou o orçamento para 2017. O documento prevê um crescimento de 2,7%, novas medidas de poupança e aumento de impostos.
“Não ignoramos os condicionamentos e os constrangimentos que continuam a limitar a nossa soberania e a resposta aos problemas estruturais do país”, recordou João Oliveira
Conheça as propostas do Bloco de Esquerda, PCP e PAN
Comunistas querem congelar qualquer aumento nas propinas cobradas a licenciaturas, mestrados e doutoramentos em setembro do próximo ano
Os primeiros dados divulgados diziam que a Educação iria receber um reforço de 179,4 milhões, mas afinal vai sofrer um corte de 169,5 milhões.
E dá exemplos de números que não agradam a oposição, como o desempenho “favorável” do investimento privado, das exportações, do consumo e do emprego.
Aumento da despesa com salários de professores e auxiliares das escolas ultrapassa o reforço da dotação previsto para o Ministério da Educação.
Os comunistas não gostaram das recomendações do relatório de Bruxelas sobre a não aplicação de sanções e admitiu que, a serem seguidas, o acordo de esquerda podia estar em risco. Ontem, Centeno veio anunciar que o IVA não aumenta e Marcelo dá como “evaporada” a crise política
Cultura, agricultura, ciencia, edução e formação de adultos são as áreas escolhidas para apoiar projectos apresentados pelos cidadãos.
Ministério de Mário Centeno reage às declarações de Wolfgang Schäuble.
Défice desceu para 3,2% no primeiro trimestre. Governo garante que não serão necessárias medidas adicionais, mas desaceleração da economia deixa a Comissão Europeia preocupada.
Presidente do Conselho Europeu esteve reunido com António Costa em São Bento.
Já na próxima semana, técnicos do FMI e da Comissão devem começar nova avaliação pós-programa. Dentro de um mês, é a vez de Centeno dar explicações ao Eurogrupo e discutir o já célebre plano B. Banco de Portugal junta-se a um já largo número de organismos que contestam previsões.
Primeiro-ministro mantém, no entanto, a posição de que “não vai ser necessário”.
O ministro da Ciência e do Ensino Superior, Manuel Heitor, acaba de criar mais um grupo de trabalho, desta feita para “monitorizar e colaborar na preparação e execução das medidas de controlo orçamental a implementar pelas instituições de ensino superior”.
O défice do Estado atingiu os 823,9 milhões de euros no final do primeiro trimestre de 2016, o que representa um agravamento de 107,9 milhões de euros em relação a igual período do ano passado.
Ministério das Finanças reage ao relatório do Fundo Monetário Internacional
O Presidente da República já recebeu em Belém o Orçamento do Estado para este ano. O diploma foi enviado hoje pela Assembleia da República, depois de aprovado com os votos a favor do PS, BE, PCP e Os Verdes, contra do PSD e do CDS e abstenção do PAN na semana passada, dia 16.