Para o ex-presidente da AICEP ‘não podemos estar dependentes de soluções coxas, frágeis que servem para viabilizar um Orçamento ou para passar um programa na Assembleia’, lembrando que as fragilidades económicas continuam e é preciso encontrar um caminho alternativo.
O candidato, membro número 85, garante que ‘ou a Ordem encontra uma forma de se relacionar e de se ampliar no seio dos economistas ou então é melhor fechar as portas’. O ex-ministro lamenta a ausência da Ordem dos Economistas durante a pandemia e defende uma representação ao mais alto nível.
Aprofundar o acompanhamento da execução do PRR, promover a discussão sobre o desenvolvimento económico, as qualificações e a sustentabilidade são os principais objetivos desta candidatura.