O política portuguesa conta com mais um partido político.
O Partido Democrático Republicano (PDR) já recolheu o número de assinaturas necessárias para a sua legalização, informou hoje em Coimbra o fundador do PDR, António Marinho e Pinto.
O novo Partido Democrático Republicano (PDR), que vai ser apresentado no domingo, em Coimbra, avançará com “medidas efectivas” para travar a emigração de milhares de jovens portugueses, disse hoje o seu fundador Marinho Pinto.
Marinho e Pinto vai criar uma força política para concorrer às legislativas de 2015, depois de reflectir se o MPT deveria continuar a ser o veículo da sua candidatura. “Confirmo que Marinho Pinto decidiu criar um movimento político”, diz ao SOL Eurico Figueiredo, o ex-dirigente do PS que surgiu nas listas do eurodeputado, por convite.
Alguns históricos do PS estão preocupados e indignados com o que se passa no partido, como o caso dos falsos militantes em Coimbra e o pagamento de quotas massivo em Braga. E pedem punições severas para os responsáveis.
Nas próximas legislativas, o boletim de voto deve contar com mais uma opção. É pelo menos isso que querem os membros do movimento Nós, Cidadãos, que estão há cerca de um ano a recolher assinaturas através de uma rede de cerca de quatro mil pessoas distribuídas por 90 cidades de norte a sul.
Eram muitas as dúvidas sobre se Marinho Pinto conseguiria transformar a popularidade em votos. Durante uma acção de campanha, na Feira de Carcavelos, o ex-bastonário da Ordem dos Advogados contou que pedia às pessoas para votarem “no partido do trevo ou no Marinho Pinto Terra – MPT”, a mesma sigla do Movimento Partido da Terra,…