“Aquilo que está a ser feito de execução ainda é pouco”, disse o chefe de Estado.
“Não há justificação para a agressão de que foi vítima e eu pedi-lhe desculpa por isso”, disse o Presidente, em declarações aos jornalistas, depois de ter estado reunido com dois imigrantes agredidos nos últimos dias, sendo um deles o que foi atacado a 25 de janeiro.
Informação foi divulgada no comunicado do Conselho de Ministros
Que sejam “anos de maioria absoluta forte e não de maioria absoluta a dissolver-se, mesmo sem dissolução, em dissolução interna”, disse o Presidente da República.
Em outubro do ano passado, Marcelo foi alvo de uma tentativa de chantagem. No interior do envelope, para lá da conta bancária para onde deveria ser enviado o dinheiro, estava uma bala. O homem foi agora preso.
Igreja afirma que jamais impôs condições ou características para o palco-altar e explicou que todas as decisões sobre o evento são tomadas por várias entidades, como as autarquias de Lisboa e Loures e a fundação que organiza o evento.
No final de outubro do ano passado, chegou ao Presidente da República uma carta com uma exigência de pagamento de um milhão de euros, tendo sido indicado um número de telefone e uma transferência bancária.
De acordo com a CNN Portugal, o homem – considerado perigoso – tem antecedentes por crimes violentos e está na origem das ameaças dirigidas ao Presidente em outubro.
Informação foi esta segunda-feira divulgada no site da Presidência da República
“É um dos casos mais claros do ponto de vista ético e do ponto de vista lega”, afirma o Presidente.
Presidente da República lamenta as “trágicas consequências do acidente que envolveu dois autocarros em Gniby, no centro do país, e que resultou na perda de numerosas vidas humanas e vários feridos graves”, lê-se na nota publicada no site da presidência.
Líder social-democrata considera que, neste momento, “não há nenhuma razão”, para a dissolução.
O primeiro-ministro falará primeiro com Marcelo Rebelo de Sousa e só depois anunciará o que vai propor “para que o circuito possa ser melhorado porque pode ser melhorado”.
Presidente pede fiscalização preventiva de um diploma sobre a morte medicamente assitida pela terceira vez
São dois ministros e seis secretários de Estado.
Chefe de Estado dá luz verde ao orçamento “tendo presente as preocupações sobre a imprevisibilidade da economia internacional”.
Marcelo associou os protestos de dois populares a partidos “mais radicais na crítica”.
A 23 de dezembro, o Chega anunciou que iria recorrer para o plenário a decisão do presidente da Assembleia da República de rejeitar a reclamação por inexatidões no decreto sobre a morte medicamente assistida.