O Presidente da República diz que o povo português vota no “seguro” mais do que no diferente, mas espera que mudança se acelere no futuro.
Data para a visita do Presidente da República a Kiev ainda não está fechada, mas deverá acontecer em meados do próximo ano, após a deslocação de Augusto Santos Silva à capital ucraniana. O tema foi abordado na receção de Olena Zelenska no Palácio de Belém.
Democratas-cristãos reiteram posição do partido contra a eutanásia, no dia em que a Assembleia da República se prepara para aprovar a despenalização da morte medicamente assistida, e pedem que o PR envie a lei para o Tribunal Constitucional.
“Não podemos politizar esta matéria. É uma matéria demasiado importante para o nosso futuro”, frisa o autarca.
Na nota, divulgada pouco depois das 13h00, não é indicada uma data para a continuação dos trabalhos nem qual a agenda da reunião de hoje deste órgão de consulta, com início às 11h00, no Palácio de Belém.
O Presidente da República disse, em declarações aos jornalistas na Feira de Solidariedade Rastrillo, em Lisboa, que vai estar “muito atento aquilo que vai ser este ano de 2023”.
O Presidente da República lembrou que “orientação da política externa” portuguesa não passa por visitar apenas países com regimes democráticos.
Ambos os políticos informaram que irão dar um ‘parecer’ positivo ao pedido de autorização do chefe de Estado – obrigatório pela Constituição – para assistir ao primeiro jogo da seleção, que decorre no dia 24.
“Foi aberta uma investigação que deve ser levada até ao fim. Ninguém quer confundir o que possa ser a posição de umas centenas ou dezenas de agentes ao serviço do Estado com dezenas de milhares e milhares”, afirmou o Presidente da República.
Marcelo recebia mais “ameaças” na RTP e na TVI do que em Belém.
O verniz estalou em torno da execução do PRR. O Presidente garante que ‘não perdoa’ se execução ‘não for aquela’ que deveria ser. O Governo descarta. Mas Centeno repete críticas.
“Verdadeiramente super infeliz para si será o dia em que eu descubra que a taxa de execução dos fundos europeus não é aquela que eu acho que deve ser”, disse o chefe de Estado, dirigindo-se à ministra de Coesão Territorial.
Os conselheiros do Presidente da República estiveram reunidos hoje com o chefe do Estado para avaliar a situação económica e social em Portugal, de forma a encontrar soluções para fazer face às dificuldades sentidas quer no país, quer na Europa e no Mundo.
É a 26.ª reunião do Conselho de Estado desde que Marcelo chegou à Presidência.
A reunião está marcada para a próxima sexta-feira, dia 28 de outubro.
O Presidente da República sublinhou na segunda-feira a necessidade de Portugal avançar na concretização das metas da Estratégia Nacional de Combate à Pobreza 2021-2030 com “novos modelos de ação”.
Em causa está o diploma aprovado a 22 de setembro com medidas sobre rendas, pensões e luz.
Presidente da República considera que resiliência do antigo Primeiro-Ministro é reconhecida cá dentro e lá fora.