Depois de vários esclarecimentos, chegou o pedido de desculpa. O Presidente da República diz que não tinha “intenção” de ofender as vítimas.
O tema sobre a lei das incompatibilidades parece não ter fim. Hoje a revista Sábado avançou com uma notícia que dá conta que a associação liderada pelo marido da ministra da Ciência, Elvira Fortunato, recebeu 56 mil euros do Estado.
Chefe de Estado defende que proposta não vai tão longe como alguns orçamentos de outros países europeus para não se correrem “riscos”.
No texto de substituição que junta os projetos de lei do PS, Iniciativa Liberal, BE e PAN, estebelece ainda a disponibilização de acompanhamento psicológico ao requerente da morte medicamente assistida, que pode ou não ser aceite pelo mesmo.
“Sabemos como erros, omissões, incompetências, ineficácias da democracia a fragilizam e a matam. Sabemos como começam as ditaduras, o que são e o que duram, e como é difícil recriar a democracia depois delas”, apontou o Presidente da República.
Nova direção executiva do SNS tem luz verde de Belém. Novo instituto, na visão defendida por Marcelo, deve ter margem de manobra. Inspiração foi apresentada em janeiro.
Caminho aberto para a nomeação do novo cargo de diretor executivo do SNS.
Presidente da República disse que estava a acompanhar o estado de saúde do militar.
Marta Temido justificou a sua demissão com o facto de a morte da grávida se tratar de “um episódio de uma gravidade tal que era necessário que houvese uma responsabilização”.
Marcelo Rebelo de Sousa foi convidado pelo seu homólogo Jair Bolsonaro para participar nas comemorações dos 200 anos da independência do Brasil. O chefe de Estado português entendeu que só fazia sentido Portugal estar representado “ao mais alto nível”, também com o acompanhamento da segunda figura mais alta da nossa República, o presidente da Assembleia…
Polícia e líder sindical chamou “traidor” ao Presidente da República num email enviado para colegas.
Marta Temido apresentou esta terça-feira a demissão por considerar que “deixou de ter condições” para continuar a exercer o cargo.
A morte de Almeida Bruno gerou reações, principalmente do mundo militar.
O diploma tem como objetivo “garantir um controlo adequado da execução orçamental, indispensável ao cumprimento do disposto na Lei do Orçamento do Estado para 2022″.
Marcelo ressalvou tratar-se de um ‘despacho interno’, num reforço de linhas orientadoras.
O Ministério Público abriu 10 inquéritos.
Marcelo Rebelo de Sousa espera que “algumas das questões assinaladas possam vir a ser acauteladas oportunamente”.