Em causa estão vários despedimentos no Banco Santander, que já receberam pré-avisos de greve como forma de contestação contra o despedimento coletivo, para dia 13 de setembro.
Os protestos massivos no Cuzistão, reprimidos a tiro, espalharam-se para a capital. É que o Irão está “falido de água”, avisou um investigador..
O povo cubano saiu às ruas no passado fim de semana e foi recebido com repressão e detenções. Três dias depois, o PSD emitiu um voto de condenação contra a repressão destas manifestações.
O PCP publicou uma carta aberta a condenar a “ingerência” dos EUA no país, e Cristina Rodrigues realçou o “desânimo da população”.
Os cubanos saíram às ruas para protestar contra a ditadura que governa o país há mais de 50 anos. A Rússia acusa a “ingerência estrangeira”.
Numa movida histórica, milhares de cubanos saíram às ruas para protestar contra a situação económica no país, e as ações do executivo de Miguel Díaz-Canel.
A decisão de terminar a greve de fome surgiu após vários médicos pedirem a Navalny que parasse “imediatamente” com o protesto.
Jean Castex já recebeu, pelo menos, 200 peças íntimas na sua residência oficial.
A PROTOIRO afirma não poder “aceitar que os profissionais do setor e os 3 milhões de portugueses que se afirmam aficionados sejam tratados como cidadãos de segunda”.
Os protestos que eclodiram no fim de semana na Irlanda do Norte já deixaram 55 polícias feridos.
Cantora quase que passava despercebida, mas acabou por revelar a sua identidade a um outro manifestante.
Querem que seja a “maior manifestação que a Rússia já viu”.
O PEC abre caminho ao congelamento de salários, gratificações e outras vantagens dos polícias e forças de segurança em situações de crise financeira.
Os agricultores vão protestar contra a desregulamentação dos mercados de produtos.
A Bielorrússia tem sido alvo de vários protestos após a vitória de Lukashenko nas eleições presidenciais de agosto de 2020. A oposição considera que os resultados foram manipulados e exige a renúncia do chefe de Estado, a libertação de presos políticos e a convocação de novas eleições.
Multidões cantam “abaixo o czar”por toda a Rússia, exigindo a libertação de Navalny, que revelou o “Palácio de Putin” após ser envenenado.