O Alto Representante da União Europeia para a Política Externa classificou a morte de George Floyd como “um abuso de poder” e afirmou que a UE apoia o “direito e protestos pacíficos”.
Outra pessoa ficou ferida
A China quer uma nova lei de segurança nacional, mas teme-se que a use contra opositores políticos.
As tensões estão a escalar nas ilhas gregas, epicentro da entrada de imigrantes na Europa, com dezenas de milhares de pessoas presas em campos sobrelotados.
Dia 21 de janeiro foi a data escolhida para várias manifestações das forças de segurança, que fazem várias reivindicações, entre elas o pagamento do subsídio de risco.
A julgar por 2019, o próximo ano pode ser conturbado. Protestos, greves, eleições, impasses políticos e crise climática.
Os protestos contra a lei da nacionalidade alastraram-se para mais de uma dezena de cidades na Índia e os confrontos mais violentos têm acontecido em campus universitários de maioria muçulmana.
Duas assembleias de voto foram saqueadas e houve confrontos com a polícia. Prevê-se uma taxa de abstenção massiva.
As autoridades na capital do país, Bagdade, destacaram tropas para o sul do Iraque, onde se tem visto protestos massivos que já duram algumas semanas, com o objetivo de “impor a segurança e restaurar a ordem”.
Após meses de protestos cada vez mais violentos, acorreram às urnas mais 1,5 milhões de eleitores que em 2015. Os conselhos distritais são os únicos órgãos do Estado com sufrágio universal em Hong Kong.
Apesar de as manifestações terem começado com um protesto contra a presença de amianto nas escolas, nos dias de hoje englobam muito mais problemas: violência nas escolas, falta de funcionários, baixos salários, entre outros.
O Grande Aiatola Khamenei apoiou a decisão do corte dos subsídios aos combustíveis: “A sabotagem é feita por hooligans e não pelo nosso povo”.
Já foram detidas pela polícia, pelo menos, 33 pessoas.
Um manifestante foi baleado à queima-roupa por um agente da polícia. Horas depois uma pessoa foi queimada viva por manifestantes.
Sebastian Piñera recua na sua posição tendo em conta as manifestações na rua, que já se prolongam há três semanas e originaram já 20 mortos
Manifestantes irromperam pela baía de Zaitunay, destinada exclusivamente às elites. “É nossa!”, gritaram, num país cada vez mais desigual.
Homem arrancou orelha de político à dentada quando tentava escapar.
A morte de centenas dos seus companheiros não demoveu os manifestantes, que ocupam o que dizem ser um antigo ninho de snipers, no epicentro dos protestos que paralisaram o sul do país.