Associação apresentou várias medidas ao Governo para apoiar a restauração e similares e o alojamento turístico.
Há cerca de um ano encerrados ou a funcionar sob apertadas restrições, empresários da restauração e hotelaria dizem estar aflitos. Perdas já superam as centenas de milhares de euros e cortes nos apoios só pioram a situação.
Foram elaborados 20 autos de contraordenação, dois aos proprietários por incumprimento do dever de encerramento de instalações e estabelecimentos e 18 por incumprimento do dever geral de recolhimento domiciliário.
Dados foram divulgados pela Pro.var que garante que as empresas estão pouco satisfeitas com os apoios.
Recorde-se que todos os estabelecimentos de restauração só podem estar abertos em regime de take away.
A medida foi anunciada de modo a combater a propagação da pandemia.
O Comando Distrital da PSP de Braga explicou que os autos de contraordenação, levantados durante este fim de semana, devem-se ao incumprimento das regras declaradas e instauradas no atual período de Estado de Emergência no qual o país está a viver.
A tentativa da fuga aconteceu após a PSP fiscalizar o estabelecimento que pertence a um grupo recreativo de Camarate que estava a funcionar, de portas fechadas, como estabelecimento de restauração.
Com o novo confinamento, os estabelecimentos de restauração podem servir apenas em regime de take away ou entrega ao domicílio.
Associação diz que esta medida prejudica restaurantes.
Um dos restaurantes mais icónicos de Lisboa vai ter nova gerência, passando o conhecido chefe Olivier a ser o responsável pelo XL, de Vasco Gallego, que ganha agora mais um X.
Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), apresentou ao Governo, esta quinta-feira, medidas que visam “proteger as empresas e o emprego nos próximos meses”.
Associação Nacional de Restaurantes mostra-se preocupada com novo confinamento.
A Associação Nacional de Restaurantes (Pro.Var) apelou ontem ao Governo que “repense” as medidas de apoio anunciadas “para que seja possível salvar os restaurantes e 50 mil postos de trabalho”. Restaurantes querem apoios de 20% das perdas em relação ao período homólogo (as quebras estão estimadas em 1,4 mil milhões) e a isenção total da TSU.
São ainda vários os espaços que têm rendas em atraso ou que pensam em insolvência. Dados fazem parte do mais recente inquérito da associação, relativo ao mês de novembro.
O movimento de empresários da restauração e da noite realiza, sexta-feira, nova manifestação.
Limitações permitem que, num espaço de poucos quilómetros, um espaço pode estar aberto e outro fechado. PRo.var diz que novas medidas beneficiam hotelaria, mas AHETA descarta.
O empresário que desmaiou no local esta quinta-feira foi, de imediato, assistido pelo INEM. Recorde-se que Ljubomir Stanisic, um dos rostos da ação, já tinha passado pela mesma situação na noite de quarta-feira, quando desmaiou depois de ter os níveis de açúcar no sangue em valores muito baixos.