Ao i, José Gouveia, o porta-voz do movimento ‘A Pão e Água’, e um dos empresários no protesto questiona “se é preciso alguém morrer para que os setores da restauração, bares e discotecas possam ser ouvidos”.
O PSD deslocou-se ao local onde ocorre a greve de fome dos empresários da restauração, e pediu ao Governo que os recebesse.
Mais de 100 pessoas juntaram-se ontem aos manifestantes que estão há cinco dias em greve de fome.
Mais de 100 pessoas juntaram-se ontem aos manifestantes que estão há cinco dias em greve de fome
“Vamos estar aqui o tempo que for preciso. Até que haja uma solução que viabilize os restaurantes, pois o que se passa é que temos os restaurantes fechados, mas de porta aberta”, explicou à Lusa, Daniel Serra
Ljubomir Stanisic e José Gouveia são dois dos elementos que deram início a uma greve de fome, esta sexta-feira, à porta do Parlamento. Exigem reunir com António Costa e Siza Vieira.
José Gouveia, um dos porta-vozes do movimento, admite ao jornal i que “isto muda tudo”.
O Movimento “A Pão e Água”, que dá voz às reivindicações do setor da restauração, que está a passar por uma fase complicada devido à pandemia e às últimas restrições impostas pelo Governo, reuniu-se novamente esta quinta-feira nas ruas de Lisboa. Milhares de pessoas caminharam pelas ruas até à Assembleia da República para pedir mais…
O empresário da noite José Gouveia promete radicalizar a luta e não poupa elogios a Ljubomir, um dos poucos com “tomates” para falar em nome dos que “estão em situação de desespero”.
Movimento revela que são esperados na capital mais de 40 autocarros provenientes de todos os pontos do país.
Esquerda defende mais apoios para a restauração depois dos protestos devido às medidas restritivas.
O primeiro fim de semana de recolhimento obrigatório foi “catastrófico” para restauração e retalho. Números podem agravar, alerta AMRR.
“Obrigado a todos os que levantaram o c* do sofá e juntaram a sua à nossa voz, mas um agradecimento especial à polícia – e ao superintendente Domingos Antunes – por levar a democracia e os seus valores à risca”, escreveu no Instagram.
A Polícia de Segurança Pública viu-se obrigada a retirar os profissionais do local de modo a garantir a sua segurança
Muitos restaurantes não aceitam reservas para a próxima semana, pois não sabem se estarão abertos. Todos tentam resistir mas sem apoios estatais dizem que a morte do setor está próxima.
O chefe de Estado sublinhou que “o pior que se podia ter é um confronto entre quem quer a abertura do país e quem tem medo dessa abertura”.
Setor da restauração totaliza mais de 1.100 milhões de euros em medidas de apoio.
Os manifestantes do Movimento a Pão e a Água, que conta com empresários da restauração, comércio e hotelaria, entraram em confrontos com a polícia esta sexta-feira num protesto na Avenida dos Aliados, no Porto. A intenção era organizar um protesto pacífico contra as novas restrições impostas pelo Governo ao setor no âmbito do combate à…