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  • Selva Almada. Pôr o dedo na ferida para senti-la morder

    Nos anos em que Selva Almada era ainda adolescente, uma notícia no rádio soou mais alto, como se lhe batesse à porta. E mesmo que a não tenha arrombado, contou-lhe como o horror não pede para entrar, e muitas vezes vive debaixo do mesmo tecto, à espera de uma desculpa

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