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  • “O cinema não é uma arte, é um pecado original”

    Lisboa, 1936. Ano de temporais, de chuva contínua, de mortes. Palavras de João Botelho que para este seu mais recente filme se apropriou agora das de Saramago na primeira adaptação que faz do Nobel da Literatura português. E de Saramago, garante, andou mais próximo em O Ano da Morte de Ricardo Reis, que acaba de…

    “O cinema não é uma arte, é um pecado original”