O Presidente norte-americano assume esta troca como “um feito da diplomacia”.
Os ‘drones’ terão sido lançados a partir dos territórios russos perto da fronteira com a Ucrânia, como Yeisk, Sescha, Kursk e Primorsko-Akhtarsk.
“O principal objetivo dos exercícios consiste em comprovar a atuação do comando da Marinha em todos os níveis”, diz o Ministério da Defesa.
“Trata-se de uma questão difícil. Do ponto de vista jurídico é um problema, mas do ponto de vista prático, estamos abertos a alcançar os nossos objetivos através de negociações. Portanto, são possíveis várias variantes”, declarou o porta-voz presidencial, Dmitri Peskov.
Medidas restritivas estão em vigor até 31 de janeiro de 2025.
Desejo à presidente von der Leyen sucesso na obtenção de resultados para todos os europeus e no reforço da unidade, defesa e poder económico da UE”, afirmou Volodymyr Zelensky, através das redes sociais.
Ministério de Defesa russo diz ter neutralizado 33 drones ucranianos na Crimeia.
A Rússia continua a ocupar quase 20% do território ucraniano e as perspetivas de um cessar-fogo ou de uma paz duradoura entre Kiev e Moscovo são mínimas nesta fase.
“Constatamos que os nossos adversários na Europa e nos Estados Unidos não são partidários do diálogo. E, a julgar pelos documentos adotados na cimeira da NATO, não são partidários da paz”, disse Peskov.
Ministério da Defesa russo informa que os aparelhos foram destruídos nas regiões de Bryansk (2), Moscovo (1), Tambov (1) e Tula (1).
Foran lançados ataques noturnos contra a região de Belgorod.
Hospital Pediátrico Okhmatdyt em Kyiv foi atingido por um bombardeamento russo.
O presidente chinês, Xi Jinping afirmou que: “Só quando as grandes potências mostrarem energia positiva, em vez de energia negativa, é que poderá surgir, o mais rapidamente possível, uma réstia de esperança para um cessar-fogo neste conflito”.
Integrou voluntariamente a Legião Estrangeira Militar Francesa de Defesa Territorial da Ucrânia quando começou guerra.
Nas últimas 24 horas a região, onde também se encontra a central nuclear de Zaporijia, foi alvo de 391 ataques.
Decisão foi tomada pelo Conselho da Federação e a Duma, as duas câmaras do parlamento russo.
O primeiro-ministro da Hungria “chegou a Kiev para encontros com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky”.
Ataque de Moscovo foi com recurso a uma bomba planadora.