A estrutura sindical pediu a demissão da administração.
“Não iremos compactuar com mais um atropelo gravíssimo à nossa legislação e iremos recorrer a todas as instâncias competentes para combater esta situação e questionar como é que uma empresa patrocinada pelos contribuintes portugueses despreza a lei e os seus trabalhadores portugueses”, lê-se no comunicado.
A Fenprof acusa ainda o ministro da Educação de ter ignorado “os compromissos dos seus secretários de Estado”, já que, as organizações e os governantes sindicais não se reuniram, depois de 25 de junho, antes da divulgação das normas – algo que tinha ficado acordado na última reunião, segundo o comunicado.
Sinapol diz reconhecer “a justeza” da medida aprovada no âmbito do Orçamento Suplementar, “mas considera que os profissionais de polícia devem igualmente ser alvo de um reconhecimento que não se traduza apenas em louvores”.
É exigida a atribuição do subsídio de risco aos polícias.
Associação Sindical dos Profissionais da Polícia quer que este tipo de proteção passe a fazer parte do equipamento das autoridades policiais.
O CESP considera que este seria um “sinal de reconhecimento” aos trabalhadores do setor “por se terem aguentado na linha da frente”.
Secretário de Estado Lacerda Sales diz que situação salarial ficará resolvido no próximo mês de maio.
Têm sido vários os testemunhos de profissionais de saúde que não têm o material necessário ou são obrigados a adaptar outros materiais.
Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritório e Serviços de Portugal considera que a facilidade de admissão de trabalhadores para este setor “não só vem com algum atraso como não corresponde às exigências”.
Trabalhadores acusam a companhia de não estar a cumprir acordo.
Com um percurso de 30 anos no CESP, a criação de um contrato coletivo de trabalho e o encerramento do comércio aos domingos e feriados são duas das suas batalhas.
Através de uma publicação, o sindicato mostrou ainda como o agente da PSP ficou depois da situação.
OE20 prevê acréscimo de 84 milhões de euros neste setor
Segundo os e-mails a que o jornal i teve acesso, o comandante da esquadra de Vila Franca de Xira disse, em tom de ameaça, que “é possível (e fácil) de verificar quantos autos cada um levanta por dia/mês/ano…”, dando a entender que quem não seguir as ordens terá algum tipo de consequência.
Denúncia foi feita pelo Sindicato Independente dos Médicos. Serviço foi assegurado por médicos especialistas
Líder sindical fala de sobrecarga de trabalho dos efetivos
Trabalhadora terá sido impedida de ir à casa de banho. Jerónimo Martins diz que queixa não tem fundamento e que nenhum colaborador ou chefe tinha conhecimento do sucedido.