Morreram mais de 50 crianças nos ataques aéreos do regime sírio contra os arredores de Damasco. Milhares estão subnutridas, não têm o que comer ou com o que se tratar
O conflito na Síria já provocou mais de 350 mil mortos, desde 2011
O regime sírio abriu uma campanha sanguinária em Ghuta oriental. Em horas morreram à volta de cem pessoas nas bombas de Assad. E o pior ainda está por vir.
O regime sírio pode entrar no norte do país a favor dos curdos e abrir um novo e violento capítulo na guerra que dura há sete anos.
No momento em que o conflito sírio chega a um tipo de fim, as potências que há anos se medem à distância começam a enfrentar-se. As consequências podem ser desastrosas e globais. Os velhos rivais da Guerra Fria estão em combate direto. Os aliados da NATO podem confrontar-se. A guerra pode estar no trecho final,…
Só em dois dias desta semana, mais de cem pessoas morreram nos bombardeamentos dos arredores de Damasco. Há de novo guerra por todo o lado.
Americanos lançaram vários meios contra uma ofensiva de 500 homens. Assad sofre golpe importante.
Avião terá sido atingido a norte da Síria
“O alcance das destruições é de 60%. Três mil anos de civilização destruídos”
Rex Tillerson, secretário de Estado, garantiu que o principal objetivo da presença militar é impedir um ressurgimento do Estado Islâmico e a expansão da influência iraniana
Centenas de pessoas gravemente doentes esperam autorização de saída do regime.
A guerra síria foi decidida pelos russos e são eles quem comanda hoje o processo político. A ONU pouco pode fazer e o que sair das negociações do novo eixo quase certamente será do agrado de Bashar al-Assad. E frágil
Nunca houve certezas se estaria morto ou vivo, mas agora, de acordo com um órgão de comunicação social relacionado com as forças da Damasco, surge a hipótese de Abu Bakr al-Baghdadi estar escondido na cidade síria de Boukamal.
O grupo controla apenas o deserto, uma pequena cidade síria e uma vila no Iraque.
A informação foi avançada pelo Observatório Sírio para os Direitos Humanos. A cidade era o último bastião do auto-proclamado Estado Islâmico na Síria