Na semana passada, o ministro da Saúde, Matt Hancok, avançou que o Governo tinha comprado 60 milhões de doses adicionais da vacina da Pfizer para administrar “doses de reforço” no outono.
É a quinta vacina a ser aprovada pela organização da ONU.
Esta manhã, o secretário de estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, anunciou que a vacina da Johnson & Jonhson contra a covid-19 só será administrada a pessoas com mais de 50 anos.
Estes professores ficaram de fora nas fases anteriores de vacinação de pessoal docente e não docente “não por culpa da task force”.
Governante garante que Portugal está a seguir as “as recomendações internacionais”.
Do total do valor doado, um terço será destinado ao programa COVAX – uma iniciativa da OMS e da Aliança para o Acesso às Vacinas (GAVI) que pretende fornecer vacinas a países de médio e baixo rendimento.
Nas últimas semanas, Portugal passou a inocolar 60.000 vacinas por dia, aproximando-se da meta definida pela task-force de administrar 100 mil diariamente. “O auto-agendamento é absolutamente essencial para o acelerar do ritmo”, frisou Diogo Serra Lopes.
Meta de vacinar 70% da população depende também da adesão.
Apesar de o Governo “não gostar de dar metas muito específicas, dado que já houve surpresas com más notícias sobre a entrega de vacinas”, a estimativa é que 70% da população esteja imune no verão.
A farmacêutica anglo-sueca considera “sem fundamento” a ação judicial apresentada pela UE, esta segunda-feira.
A ação foi lançada em nome dos 27 Estados-membros da União Europeia.
O caso aconteceu na Alemanha.
“Quando inquiridos, alguns disseram temer os efeitos colaterais, que podem incluir sintomas semelhantes aos da gripe. Outros disseram que sentiram que estavam suficientemente protegidos com uma única dose”, é possível ler no New York Times.
58% do total das doses foram administradas em três países: Estados Unidos (225,6 milhões), China (216,1 milhões) e Índia (138,4 milhões).
O engano “não tem consequências para a saúde”.
“Vamos multiplicar o número de vacinas por quatro, o que dá uma boa noção desta aceleração” das fábricas de produção dos fármacos na Europa, indicou o comissário europeu do Mercado Interno, Thierry Breton.
O regulador sublinhou ainda que “os dados disponíveis apoiam que se dê a segunda dose da vacina da Vaxzevria entre quatro e 12 semanas depois da primeira”.
É o terceiro contrato celebrado entre Bruxelas e a Pfizer.