Os consulados são invadidos por centenas de chamadas e emails aos quais não conseguem dar a resposta que é solicitada. Uma total descoordenação do Ministério dos Negócios Estrangeiros e do Ministério da Administração Interna decidiu fechar administrativamente os voos.
Seis países adotaram medidas mais restritivas do que as recomendadas por Bruxelas.
Primeiro lugar do ranking é ocupado pela Whitehaven Beach, na Austrália.
A decisão sobre as viagens ao estrangeiro vai depender de um estudo que estará concluído, no máximo, até 12 de abril, “para que as pessoas possam fazer planos para o verão”.
Viagens de avião estão muito limitadas devido às medidas de combate à covid-19.
Recorde-se que a taxa de carbono – que vai ser, assim, cobrada aos passageiros de aviões e cruzeiros – surgiu na sequência de uma proposta do PAN, aprovada no Parlamento no dia 25 de novembro. As receitas vão reverter para o Fundo Ambiental.
“Esperamos que dentro de semanas possamos ultrapassar esta situação e possamos voltar à ligação normal entre o Reino Unido e Portugal”, afirmou Augusto Santos Silva.
Portugal é considerado uma “zona muito perigosa” face à propagação do novo coronavírus.
No verão, as viagens dos portugueses caíram 26,7%. Foi em território nacional que os portugueses concentraram a maioria das suas deslocações (97,5%), o que, ainda assim, representa uma quebra de 18,5%. Viagens ao estrangeiro derraparam 84,8%.
A partir de domingo, será necessário apresentar dois testes negativos à covid-19 para poder entrar na Alemanha.
Medida entra em vigor em fevereiro e quem a desrespeitar estará sujeito a uma multa de cerca de 9.200 euros.
Dos 5.742 inquiridos, 40% estão dispostos a viajar para outro país europeu, enquanto 36% prefere viajar pelo seu próprio país.
O agravamento do número de casos da covid-19 (em particular as duas novas estirpes de coronavírus identificadas no Reino Unido e Brasil), “obrigam” a companhia aérea a reduzir palno de voos para os meses que se seguem: a TAP vai operar entre 19% e 28% face ao mesmo período de 2020.
Anúncio foi feito pelo ministro dos Transportes britânico no Twitter.
Clientes que já tenham adquirido bilhetes para viajar nos comboios que não se efetuam neste período, podem pedir o reembolso ou a revalidação do bilhete.
Portugal decidiu continuar a permitir voos do Reino Unido para os cidadãos portugueses, mas passou a ser obrigatório realizar um teste de despiste ao novo coronavírus.
A decisão vai afetar a programação de três navios baseados na Flórida, com partida prevista do porto de Miami. “Os hóspedes afetados pelos cruzeiros cancelados receberão um crédito de Cruzeiro Futuro que poderá ser utilizado em qualquer partida para qualquer navio, até ao dia 31 de Dezembro de 2021″, refere a empresa.