O Presidente ucraniano falou no Parlamento e pediu a Portugal que agrave as sanções ao regime de Putin.
A líder parlamentar do PCP disse que a intervenção do Presidente da Ucrânia foi um “ato de instrumentalização da AR” para impulsionar a escalada da guerra, através de “apelos a mais armamentos e sanções”.
Chefe de Estado publicou uma mensagem na página da Presidência da República.
Livro foi escrito pelo jornalista Sergii Rudenko.
Chefe de Estado da Ucrânia pediu armamento e apoio nos embargos à Rússia. “Portugal está a Oeste, e a Ucrânia a Leste, mas pensamos de forma igual”.
Presidente da Assembleia da República disse no seu discurso, com direito à presença de Zelensky, que Portugal vai garantir apoio militar e humanitário para a Ucrânia e assinalou que a luta deste país “pela liberdade é a luta da Europa toda pela liberdade”.
Zelensky falará hoje ao parlamento pelas 17h00.
Declarações do histórico comunista juntam-se às declarações da líder parlamentar do PCP, que disse que Volodymyr Zelensky “personifica um poder xenófobo e belicista, rodeado e sustentado por forças de cariz fascista e neonazi”.
O presidente do Conselho Europeu visitou pela primeira vez, em contexto de guerra, Kiev para estar com Zelensky. Michel fez questão de notar que o Presidente da Rússia “não conseguirá dividir” a União Europeia, ao passo que o Zelensky disse que adesão da Ucrânia à UE “é uma prioridade”.
Segundo a líder parlamentar, a participação do Presidente da Ucrânia na Assembleia da República é “dar palco à instigação da escalada da guerra”, considerando ainda Zelensky como “alguém que personifica poder xenófobo e belicista”.
Zelensky divulgou mensagem através da rede social Telegram.
Morreram, pelo menos, 400 civis em Bucha, entre os quais, 10 crianças.
A pedido da Embaixada da Ucrânia, a videoconferência passou das 15h para as 17h.
“Os russos podem usar qualquer arma, estou convencido disso”, frisou o Presidente da Ucrânia.
Forças ucranianas falam em 20 mil baixas mortais nas fileiras russas.
Proposta do PAN teve o voto contra do PCP.
O Presidente da Ucrânia revelou estes relatos no seu discurso que foi transmitido em vídeo para o Parlamento lituano. Gitanas Nauseda, Presidente da Lituânia, ficou emocionado ao ouvir o relato sobre um bebé que terá sido violado.
Andrei Biletsky alega que russos largaram, com recurso a um drone, uma substância venenosa de origem desconhecida na fábrica Azovstal.