“Surpresa”, escreveu no Twitter a embaixada ucraniana em Londres, partilhando também uma umagem do encontro entre os dois líderes.
Ataque com dois mísseis a estação ferroviária de Kramatorsk provocou esta sexta-feira, pelo menos 30 mortos.
O Presidente ucraniano aceitou o convite para discursar, por videoconferência, na Assembleia.
Aceitação foi transmitida a Santos Silva pela embaixadora ucraniana em Portugal.
Para o chefe da diplomacia europeia, “as palavras são boas mas o importante são as questões práticas, mais recursos, e mais capacidade militar para resistir à agressão russa”.
Da esquerda à direita, Zelensky tem sido alvo de boicote por onde passa. Em Portugal, foram os comunistas que se opuseram à sua intervenção no plenário.
Alguns dos desaparecidos terão sido mortos por tropas russas.
A decisão avançada pelo PAN estava incorreta, o que obrigou a porta-voz da conferência de líderes a corrigir a primeira informação. Para o PCP, ter o Presidente da Ucrânia a falar na Assembleia da República é contraditório para o papel “em defesa da paz”.
Presidente ucraniano criticou os líderes políticos e empresariais por se preocuparem mais com os negócios do que com os crimes de guerra.
“Alguns [civis] foram mortos na rua, outros atirados para poços onde morreram em sofrimento. Alguns foram mortos nos seus apartamentos, com granadas que explodiram. Civis foram esmagados por tanques quando estavam nos seus carros, no meio da rua”, descreveu Zelensky.
Também o marido e o filho foram executados.
Ministro dos Negócios Estrangeiros disse que estava a haver um “massacre deliberado” em Bucha.
Um dos corredores, vice-primeira ministra da Ucrânia, destina-se a permitir a retirada de civis em automóveis particulares de Mariupol, no sul do país, para a cidade de Zaporijia, sob controlo ucraniano.
Em causa estão o chefe do principal departamento de Segurança Interna do Serviço de Segurança da Ucrânia, Naumov Andrii Olehovich, e o chefe do gabinete do Serviço de Segurança da Ucrânia na região de Kherson, Krivoruchko Sergii Oleksandrovich.
O Presidente da Ucrânia disse, perante o Parlamento australiano, que “o país que usa a chantagem nuclear deveria ser alvo de sanções”, referindo-se à Rússia. “Essa chantagem é destrutiva para o próprio chantagista”, assinalou.
Na ronda de negociações de hoje, a Ucrânia também chegou a um consenso com a Rússia para ser um país neutro, através de um”acordo internacional” para assegurar a sua segurança, no qual vários países seriam signatários.