Anúncio coincide com visita de Zelensky ao país.
Imagem foi partilhada no Twitter do PM britânico.
Chefe de estado ucraniano vai discursar no Parlamento britânico.
“Quem é ele agora? Depois da invasão em grande escala, ele não é ninguém para mim”, disse o líder russo.
Presidente da Ucrânia promulgou lei que endurece consequências para os soldados ucranianos.
Rússia afirmou, a 13 de janeiro, ter conquistado a cidade
O líder ucraniano citou, em particular, Portugal, Espanha, Polónia e Finlândia como países que estão dispostos a enviar tanques de guerra, alguns deles “até um pequeno número dos tanques que têm”.
O comentário surge na sequência de uma visita à região de Lviv, onde foi discutida a proteção da fronteira e a segurança no noroeste da Ucrânia.
“Isto não é uma trilogia”, sublinhou o Presidente da Ucrânia.
Os líderes falaram ao telefone.
Também este sábado, as tropas de Moscovo atacaram várias cidades ucranianas – disparando 20 mísseis – em 12 foram intercetados pelas defesas aéreas ucranianas, avançou, na mesmo rede social, o chefe do Estado-Maior ucraniano, Valery Zaluzhny.
Com a oferta dos Patriot, a relação dos EUA e da Ucrânia entrou ‘numa nova fase’. Mas o resto da lista de prendas causa discórdia nos bastidores.
Os ucranianos querem mais defesas antiaéreas, blindados e mísseis, para terem alguma hipótese de quebrar as linhas russas antes da primavera. Anteveem a chegada de um novo exército, que tente de novo conquistar Kiev.
Apoiamos a Ucrânia na procura de uma paz justa”, disse o líder norte-americano, na sequência da sua reunião com Zelensky, na Sala Oval da Casa Branca, acrescentando ter sido “uma honra” estar junto do líder ucraniano.
“Seria a última cimeira do Presidente Putin”, afirmou o chefe de Estado da Ucrânia.
O pedido da Ucrânia não supreende, uma vez que Kiev tem usado grandes eventos mundiais para apelar à paz e falar sobre a guerra na Ucrânia.
Músico falou sobre a visita que fez à Ucrânia no livro “Surrender: 40 Canções, uma História”
A culpa é do regime de Putin, que tornou a Europa de Leste um “campo de batalha imprevisível”, acusou Podolyak. Já na imprensa russa é notório um certo “regozijo” com o embaraço de Kiev.