Kiev reage à alegada queda de mísseis russo na Polónia.
A informação foi avançada pelo próprio autarca à agência Lusa, dizendo que se sente “muito honrado, embora fosse um prémio que preferia não ter, pois era sinal que não havia guerra”.
“A região de Kherson ainda é muito perigosa. Em primeiro lugar, existem minas. Infelizmente, um dos nossos sapadores foi morto e outros quatro ficaram feridos enquanto limpavam as minas”, disse o líder russo.
“Quando ganhar, traga-o de volta para Malibu”, disse o ator a Zelensky.
Governo ucraniano proibiu que todos os homens, entre os 18 e os 60 anos que são elegíveis para serem recrutados para ajudar na guerra, saiam do país.
“Se o líder da Federação Russa participar, a Ucrânia não o fará”, disse o líder ucraniano, em declarações aos jornalistas.
Olena Zelenska discursou na sessão da abertura da Web Summit, em Lisboa.
Com 30% das centrais de energia danificadas depois de ataques russos, autoridades da Ucrânia vão ter de fazer cortes na eletricidade.
O projeto da lei marcial indica que pode envolver restrições a viagens e reuniões públicas, um maior controlo na censura e na autoridade para as forças de segurança, de forma a que sejam cumpridas as normas estipuladas.
O plano para destruir as construções energéticas traçado pelo Presidente da Rússia continua em marcha. Depois dos ataques de ontem, com drones de origem iraniana, a Ucrânia voltou a ser bombardeada nas suas infraestruturas elétricas, afastando cada vez mais a hipótese de negociar paz com a Rússia.
O compromisso militar foi assinado na passada segunda-feira entre os Presidentes da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, e da Rússia, Vladimir Putin, numa reunião seguida de repetidas condenações por parte da Ucrânia, que nega a ameaça de que Minsk diz ser alvo.
O texto declara “o atual regime russo como terrorista”, condena os “designados referendos” sobre a anexação de quatro regiões da Ucrânia (Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporijia), e insta que estes “devem ser considerados nulos” e “sem qualquer efeito legal ou político”.
Segundo a vice-ministra da Defesa ucraniana, a Rússia disparou 83 mísseis, dos quais 43 foram abatidos.
O Presidente da Ucrânia disse que o país está a “lidar com terroristas” e que estes tem “dois alvos” a atingir: instalações de energia e pessoas.
Autoridades ucranianas acusaram a Rússia de tentar “semear o medo” com novas ofensivas e de fazer “chantagem nuclear”.
“A Ucrânia não negociará com a Rússia enquanto Putin for o presidente da Federação Russa. Negociaremos com um novo Presidente”, afirmou Zelensky.
A região tem sido alvo de uma forte contraofensiva ucraniana.
Visita da Presidente da Comissão Europeia decorre ao mesmo tempo que o encontro entre os presidentes russo e chinês, Vladimir Putin e Xi Jinping, respetivamente, no Uzbequistão, na sequência de uma cimeira regional da Organização de Cooperação de Xangai (SCO), considerada como uma “alternativa” às potências ocidentais.