O Presidente da Ucrânia esteve em Lysychansk, gémea de Severodonetsk, contra a qual o Kremlin atira tudo o que tem. A guerra no Donbass aquece e os russos perderam outro general.
“Estou orgulhoso de todas as pessoas que conheci, de todas as pessoas a quem apertei a mão”, afirmou.
“A vitória será nossa”, diz o Presidente da Ucrânia.
Para o chefe de Estado ucraniano, a Polónia é um “apoio na defesa sem precedentes” e tem recebido os ucranianos de forma “calorosa e humana”.
Regressou uma certa normalidade a esta cidade, próxima da fronteira com a Rússia. Contra-ataques empurraram a artilharia russa para longe do alcance de Kharkiv, mas ainda há bombardeamentos exporádicos.
O antigo chefe da diplomacia norte-americana defende que a guerra deve acabar rapidamente e, para isso, a Ucrânia deve ceder território.
Enquanto se combate nas trincheiras em Donbass, um jovem militar russo já foi condenado a prisão perpétua por crimes de guerra. E até se abriu uma exposição com artefactos da invasão em Kiev.
O primeiro-ministro voltou hoje a Lisboa, depois de ter visitado Roménia, Polónia e Ucrânia, onde deu passos importantes para o apoio dos países afetados pela guerra, sobretudo para a Ucrânia.
Do montante total, 100 milhões serão transferidos ao longo deste ano através de uma conta da Ucrânia no Fundo Monetário Internacional, ou por qualquer outra via que a União Europeia (UE) possa vir a abrir para financiamente direto. Os restantes 150 milhões serão transferidos para o Estado Ucrâniano ao longo dos próximos três anos.
O primeiro-ministro classificou, logo na sua intervenção inicial, que Volodymyr Zelensky é “um líder que inspira o mundo” e que representa “uma grande lição e um exemplo de coragem e de notável resistência” perante a “brutal e barbara” agressão militar russa.
O livro “significa muito” para Darren G. Davis, o editor. “Todos os meus avós imigraram da Ucrânia. Queria utilizar este meio não só para contar uma história, mas também para, de alguma forma e ao mesmo tempo, contribuir para a causa”, explicou.
Continuam a ser reportadas novas rendições por parte dos soldados ucranianos na fábrica siderurgica de Azovstal.
Guerra na Ucrânia foi o grande tema.
Depois de ter vencido o concurso, que se realizou na cidade de Turim, em Itália, a banda pediu “ajuda” à comunidade internacional para que apoiasse a Ucrânia na guerra.
A entrada da Finlândia e a Suécia na NATO é um duro golpe para as aspirações do Kremlin, uma vez que a organização ocidental irá quase duplicar a sua fronteira terrestre com a Rússia.
Esta declaração foi proferida durante uma entrevista concedida à televisão italiana RAI, na qual o Presidente da Ucrânia também garantiu que nunca considerou “reconhecer a independência da Crimeia”.
Zelensky pediu ontem aos deputados eslovacos que se tornassem a voz da Ucrânia na UE e, desde o início da invasão russa da Ucrânia, esse país tem sido um dos mais vocais quanto à situação ucraniana.
Segundo o líder ucraniano, não há armamento suficiente para “libertar Mariupol e salvar o pessoal civil e militar”.