«se o presidente da república, neste momento, quiser interromper a campanha para fazer diligências junto de chefes de estado estrangeiros e da união europeia, para explicar o que é que se está a passar, esta subida dos juros da dívida – que é uma subida que não corresponde à realidade, artificial, que é uma injustiça – terá o meu apoio. porque acima de tudo, nesta hora, trata-se de defender a soberania nacional». uma afirmação proferida perante militantes, na sede de candidatura, em leiria, uma iniciativa que não estava no programa do dia de campanha.
posteriormente, já em declarações aos jornalistas, alegre acrescentou que cavaco está a ter uma «atitude excessivamente passiva, muito próxima daqueles que sorriem quando se fala da entrada do fmi». «acho que o presidente da república não deve estar calado», criticou.
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