Em causa, um despacho publicado esta semana em Diário da República que procede à constituição de um grupo de trabalho que irá criar uma solução informática para o Ministério da Educação centralizar o processamento dos salários dos professores e do pessoal não docente. Tarefa actualmente desempenhada pelos funcionários das secretarias.
De acordo com um comunicado divulgado pelo sindicato, a “decisão agora tomada, enquadra-se no processo mais vasto de colocação na mobilidade especial de milhares de trabalhadores da Administração Pública, por via da reestruturação, fusão e extinção de centenas de serviços públicos”.