João Araújo e Pedro Delille emitiram um comunicado onde adiantam ainda que, além do jornal, vão processar os jornalistas que assinaram estas notícias, Carlos Diogo Santos e Felícia Cabrita. Em causa, dizem, estão crimes de “difamação” e “calúnia”.
Segundo o comunicado, estas notícias “ofendem de forma grave a honra e consideração do senhor eng. José Sócrates”. Apelidando os jornalistas em causa de “super-jornalistas-assistentes-do-MP”, os advogados consideram que a “investigação e toda a imputação de crimes que nela é feita não passa de isso mesmo: de devassa e de mentiras”.
A defesa considera ainda que as notícias do SOL “respeitam apenas às relações familiares e pessoais privadas” do ex-primeiro-ministro. A nota da defesa termina afirmando que “as sólidas provas que justificaram a espetacular detenção à chegada a Lisboa e os onze meses de prisão preventiva não são mais que opiniões especulativas, fantasiosas e deturpadoras da verdade dos factos”.