Sociedade

Grupo Lena quer sair do ‘olho do furacão’

O grupo Lena diz “nada ter a esconder nem a temer” com o processo José Sócrates, já que Carlos Santos Silva  “não é administrador do Grupo Lena, nem tem quaisquer funções como responsável” ou colabora neste grupo empresarial.


Segundo um comunicado enviado às redacções, o amigo de infância e de faculdade de José Sócrates – que também ficou detido preventivamente por fraude e branqueamento de capitais –  trabalha na  XMI – Management & Investments S.A., empresa que tem accionistas comuns ao Grupo Lena, mas ao qual não pertence. É ainda detentor “de uma pequena participação numa empresa de comunicação do Grupo, na qual nunca teve qualquer função de gestão ou relação laboral”, diz a mesma nota.

Carlos Santos Silva foi administrador de uma das principais empresas do grupo, a Lena Construções, que venceu uma série de concursos públicos durante os governos de José Sócrates, nomeadamente da Parque Escolar e das concessões rodoviárias. Em 2008, ganhou um contrato para fornecer 50 mil casas pré-fabricadas ao Governo de Hugo Chávez, na Venezuela.

joana.f.costa@sol.pt

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