Sociedade

Greve dos guardas-florestais com adesão entre os 50 e os 70%

O secretário de Estado da Proteção Civil havia prometido que a alteração ao decreto-lei seria aprovada na passada quinta-feira, o que não aconteceu

Os três dias de greve dos guardas-florestais tiveram uma adesão entre os 50 e os 70%.

"A greve decorreu normalmente como já prevíamos. Já há muitos guardas de férias por isso, nos três dias andou entre os 50 e os 70%. Era isto que estávamos à espera", afirmou Orlando Gonçalves, da Federação dos Trabalhadores em Funções Pública e Sociais, em declarações à Agência Lusa, acerca da greve que se iniciou na passada sexta-feira e terminou no domingo.

A paralisação deve-se à atribuição dos suplementos remuneratórios, o descongelamento de carreiras e a integração de 200 novos guardas-florestais, que deveriam ter começado em abril. Contudo, o Governo ainda não aprovou o diploma que estabelece a carreira e autoriza a entrada nos novos elementos.

"Da parte do Governo ainda não tivemos qualquer resposta", acrescentou Orlando Gonçalves, revelando ainda que o secretário de Estado da Proteção Civil havia prometido que a alteração ao decreto-lei seria aprovada na passada quinta-feira, o que não aconteceu.

Na próxima semana, o grupo de trabalho e os sindicatos vão avaliar numa reunião os resultados da paralisação.