No meio de nós

O cristianismo de Liverpool e o nosso

Nos países de maioria muçulmana, os cristãos são perseguidos e mortos e nos países de maioria cristã, usam o cristianismo para obterem os seus fins. 


Já se imaginou, alguma vez, fazer um cristão num curso de cinco semanas? Pois é… parece que, em Liverpool, a Igreja Anglicana está a fazer cursos para quem se queira converter ao cristianismo. 

Porque veio ao de cima este processo de conversão oferecido pela Igreja Anglicana? 

A história é simples! Na semana passada, durante um dos dias mais importantes em Inglaterra houve um ‘suposto’ cristão que apanhou um táxi e pediu para ir até ao sítio das comemorações. Havendo forte trânsito, o referido ‘suposto’ cristão de origem iraquiana decide mudar os planos e ir para o hospital. 

Ao chegar ao hospital, o motorista do táxi percebeu que se iria fazer explodir e ao mesmo tempo que se dá uma explosão o motorista salta do carro. Estavam mesmo à entrada do hospital. O motorista saiu ileso de toda aquela situação.

Quem é este homem iraquiano, ‘suposto’ cristão que se fez explodir à porta de um hospital dentro do táxi?

Trata-se de Emad al-Swealmenn que em 2014 viu rejeitado o seu pedido de asilo e, posteriormente, fez sucessivos recursos para poder ser acolhido em Inglaterra, mas sem sucesso.

Ora, parece que a Catedral Anglicana de Liverpool tem um curso de cinco semanas para quem se quiser converter.

Estes ‘supostamente’ cristãos, convertidos ao cristianismo, apresentam-se como cristãos e, desta forma, vêm facilitado o seu pedido de asilo. 

Porquê? Porque, na realidade, são homens oriundos de países onde o cristianismo é perseguido… e, apresentando-se como cristãos é supostamente mais fácil de receberem asilo.

Isto está a ficar cada vez mais negro… Nos países de maioria muçulmana, os cristãos são perseguidos e mortos e nos países de maioria cristã, usam o cristianismo para obterem os seus fins. 

Inimaginável!

Se os terroristas usam o nome de Deus para justificarem as atrocidades que fazem no ocidente e no oriente, agora parece que perderam todo o sentido de sagrado e de respeito pela vida humana.

Usam-se do cristianismo para minar o próprio cristianismo e a cultura ocidental.

Provavelmente têm ideia do que seja o cavalo de troia!!! Se sabem o que é… pois é isso mesmo que está a acontecer na Europa… estão a entrar dentro das muralhas, pelas nossas próprias mãos, para um dia reverterem toda a cultura ocidental.

Olhando, no entanto, para esta notícia pergunto-me a mim mesmo: mas também quem poderia imaginar que houvesse um curso para fazer cristãos em cinco semanas?

O cristianismo moderno dá-se a estas coisas… 

Parece o que aconteceu em Portugal com os cristãos novos… batizavam-se, mas na realidade continuavam com os cultos antigos… do judaísmo.

É ridículo! Em cinco semanas, apenas é possível aprender o padre nosso e pouco mais… 

Sinais de fé para serem acolhidos na vida do Espírito? É impossível que possam dar…

Este é o cristianismo light… e não é o anglicano… é todo o cristianismo. Temos ânsias de não perder fiéis… e não nos preocupamos, de verdade, com a vida do Espírito. 

O cristianismo precisa, hoje, mais do que nunca, de um processo que leve os homens à fé e não tanto que leve os homens à inclusão jurídica na Igreja. Pode parecer paradoxal, mas não é! Na realidade, devíamos, hoje, estar mais preocupados em dar a fé que conduz à vida eterna do que em receber juridicamente as pessoas na Igreja.

É evidente que eu acredito que é o batismo que salva. Não tenho a menor dúvida! Mas este tipo de batismo de cinco semanas?

Bem, ainda nem compreendi se o tal terrorista foi, de facto, batizado, ou se fez apenas o curso… agora, simplesmente podemos dizer que cinco semanas é escandalosamente pouco. 

(Que digo eu! Já vi dois adultos serem batizados na véspera do seu casamento, em Lisboa, sem nunca terem tido um único encontro).