O ensino público não pode estar entregue a visões totalitárias, pseudocientíficas, radicais e fundamentalistas. Veja-se como o crítico dos dogmas dessas teorias é logo rotulado com todas as fobias e até idealmente criminalizado.
As formulações antissistemas da direita radical são, até ao presente, na maioria, meramente reativas, mas parece não apresentarem ideias e valores sólidos para uma sociedade decente
O socialismo e a social–democracia degradaram-se, já não têm ideologia, apenas interesses e estratégias de poder.
Gouveia e Melo será cilindrado pelas máquinas dos partidos políticos como já começou a acontecer. Será reduzido a um sem número de defeitos.
Queremos compreender as eleições nos EUA ou apenas assimilar e reproduzir um conjunto de preconceitos unilaterais e dogmáticos?
A degradação cultural, social e salarial desta profissão levaram a que apenas desesperados procurem ser professores.
Aquilo em que a informação da SIC e da TVI se transformou é preocupante…
Um humano não é um animal e um animal não é um humano, o mundo dos humanos tal como o mundo dos animais tem características que não são intermutáveis.
As mutações da esquerda que se tornou elitista e clientelar alteraram a sua base de apoio. O povo de esquerda deslocou-se para a nova direita.
Os trumps e as polarizações são consequências e reações normais perante a emergência de um novo totalitarismo.
Belas utopias quando concretizadas transformaram-se em distopias monstruosas
O absolutismo tecnológico não melhorou os homens, não somos mais livres, felizes e democratas, mas transformou em dogma a crença que a liberdade individual é inseparável da submissão às leis naturais do progresso tecnológico e do livre mercado.
Esta nova direita objetivamente não é controlada pelo sistema, e esta esquerda pode também deixar de ter a sua proteção, de ser-lhe útil.
Esta nova esquerda é uma excrescência dessa outra, a velha esquerda, que pereceu nos anos 60, abandonou o povo, o homem comum, o trabalhador
Os políticos ocidentais cederam a sua soberania ao poder dos mercados, e desse modo, beneficiam das delícias da companhia de um novo tipo de elites mais poderosas que quaisquer outras existentes na história humana.
Uma das estratégias deste totalitarismo soft é a repetição exaustiva nos média sobre que tipo de indivíduos e forças políticas são as responsáveis pela desinformação, discurso de ódio e fake news.
Mas quem ditou que o veto sensato do Presidente é um retrocesso? A notícia surge como se fosse um levantamento mundial de entidades credíveis e independentes.
transformar o aborto num direito é banalizar o acto, vulgarizá-lo.
Os ‘campus’ americanos dos cursos de papel e caneta pedem meças à guarda maoista da revolução cultural e aos primórdios do KGB